{"id":53533,"date":"2026-01-21T16:56:52","date_gmt":"2026-01-21T19:56:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=53533"},"modified":"2026-01-21T18:06:06","modified_gmt":"2026-01-21T21:06:06","slug":"revista-brasileira-de-medicina-do-trabalho-avanca-em-conceito-de-qualidade-definido-pela-capes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2026\/01\/21\/revista-brasileira-de-medicina-do-trabalho-avanca-em-conceito-de-qualidade-definido-pela-capes\/","title":{"rendered":"Revista Brasileira de Medicina do Trabalho avan\u00e7a em conceito de qualidade definido pela CAPES"},"content":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica coordenada pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT) come\u00e7a 2026 com uma excelente not\u00edcia. Na mais recente avalia\u00e7\u00e3o do Qualis Peri\u00f3dicos, vinculado \u00e0 CAPES (2021-2024), a Revista Brasileira de Medicina do Trabalho (RBMT) foi classificada na categoria B1, nas \u00e1reas de Medicina I e Sa\u00fade Coletiva. Antes, estava enquadrada na B3.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Esse reconhecimento reflete o compromisso com a qualidade cient\u00edfica, a \u00e9tica editorial e a relev\u00e2ncia dos temas abordados. Agradecemos aos autores e autoras, revisores e revisoras, bem como aos leitores e leitoras, que fizeram e fazem parte dessa trajet\u00f3ria constru\u00edda com seriedade, dedica\u00e7\u00e3o e excel\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ser classificado como B1 significa que o peri\u00f3dico avaliado possui boa qualidade dentro do contexto da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica dos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o no Brasil. Isso representa que a publica\u00e7\u00e3o tem grande visibilidade e opera com processos rigorosos de revis\u00e3o por pares (<em>peer review<\/em>).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Assim, publicar em um peri\u00f3dico B1 \u00e9 considerado uma realiza\u00e7\u00e3o positiva para pesquisadores e alunos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, contribuindo favoravelmente para a avalia\u00e7\u00e3o do programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na CAPES. A classifica\u00e7\u00e3o funciona como um est\u00edmulo \u00e0 supera\u00e7\u00e3o de outras metas, como atingir o n\u00edvel de impacto internacional alt\u00edssimo ou de alto impacto nacional nos estratos A1-A4.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Empenho e dedica\u00e7\u00e3o &#8211;<\/strong> Diante do resultado, o presidente da ANAMT, Dr. Francisco Cortes Fernandes parabeniza todo o corpo editorial pelo empenho e dedica\u00e7\u00e3o a esse projeto. \u201cEsse \u00e9 um marco importante para nossa Associa\u00e7\u00e3o e nos estimula a buscar muitas outras conquistas ao longo da Gest\u00e3o 2026-2029\u201d, pontuou. Ele ressaltou ainda que outros avan\u00e7os s\u00e3o esperados. O processo de indexa\u00e7\u00e3o da RBMT na base de dados SciELO est\u00e1 avan\u00e7ado e, em breve, o resultado ser\u00e1 anunciado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O corpo editorial da Revista Brasileira de Medicina do Trabalho \u00e9 composto pelo Dr. S\u00e9rgio Roberto de Lucca (editor-chefe); Dra. Paula Cristina Moreira Couras da Silva e Dr. Ant\u00f4nio de Sousa Uva (editores-associados); Dr. Francisco Cortes Fernandes e Dra. Rosylane Nascimento das Merc\u00eas Rocha\u00a0(editores-executivos); e Dr. Ricardo Brandau (assistente editorial). Al\u00e9m deles, o grupo conta com o apoio de v\u00e1rios outros especialistas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A RBMT foi criada em 2003 pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Medicina do Trabalho para ser sua publica\u00e7\u00e3o oficial. A partir de 2017, ela se tornou trimestral, sendo que desde\u00a02023, passou a adotar\u00a0o formato de publica\u00e7\u00e3o continuada (<em>rolling pass<\/em>), distribu\u00edda em quatro edi\u00e7\u00f5es anuais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Canal aberto &#8211;<\/strong> Por conta da abrang\u00eancia e complexidade da Medicina do Trabalho, seja pela sua interface com outras especialidades m\u00e9dicas e outros campos de atua\u00e7\u00e3o dedicados ao cuidado com a sa\u00fade do trabalhador, a RBMT \u00e9 um canal totalmente aberto para que membros da comunidade cient\u00edfica possam publicar trabalhos originais, revis\u00f5es sistem\u00e1ticas, reflex\u00f5es e contribui\u00e7\u00f5es te\u00f3rico-conceituais, casos cl\u00ednicos de interesse pedag\u00f3gico ou casos de pr\u00e1ticas bem-sucedidas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Revista Brasileira de Medicina do Trabalho (RBMT) adota integralmente o modelo de acesso aberto, em conson\u00e2ncia com o movimento global de promo\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia aberta. Todo conte\u00fado publicado se encontra dispon\u00edvel de forma gratuita e irrestrita. Dessa forma, \u00e9 assegurado ao usu\u00e1rio o direito de ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar e vincular os textos completos dos artigos, ou utiliz\u00e1-los para outro fim l\u00edcito, desde que devidamente citada a fonte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para acessar, entre no site <a href=\"https:\/\/www.rbmt.org.br\">https:\/\/www.rbmt.org.br<\/a> em portugu\u00eas, espanhol e ingl\u00eas, onde podem ser conferidas outras informa\u00e7\u00f5es sobre a Revista Brasileira de Medicina do Trabalho que, atualmente, est\u00e1 indexada nas seguintes bases de dados: PubMed Central; Scopus\/Elsevier; Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ci\u00eancias da Sa\u00fade (LILACS); Latindex; GALE; Peri\u00f3dica; Imbiomed; EBSCO; DOAJ. Tamb\u00e9m se encontra cadastrada na Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Editores Cient\u00edficos (Abec\/Brasil).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica coordenada pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT) come\u00e7a 2026 com uma excelente not\u00edcia. Na mais recente avalia\u00e7\u00e3o do Qualis Peri\u00f3dicos, vinculado \u00e0 CAPES (2021-2024), a Revista Brasileira de Medicina do Trabalho (RBMT) foi classificada na categoria B1, nas \u00e1reas de Medicina I e Sa\u00fade Coletiva. Antes, estava enquadrada na B3. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":53534,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[77,8],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53533"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=53533"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53533\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":53536,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53533\/revisions\/53536"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/53534"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=53533"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=53533"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=53533"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}