{"id":44044,"date":"2022-04-06T08:35:57","date_gmt":"2022-04-06T11:35:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=44044"},"modified":"2022-04-06T08:35:57","modified_gmt":"2022-04-06T11:35:57","slug":"rbso-traz-publicacao-sobre-desastres-socioambientais-em-minas-gerais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2022\/04\/06\/rbso-traz-publicacao-sobre-desastres-socioambientais-em-minas-gerais\/","title":{"rendered":"RBSO traz publica\u00e7\u00e3o sobre desastres socioambientais em Minas Gerais"},"content":{"rendered":"<p>A Revista Brasileira de Sa\u00fade Ocupacional (RBSO) publicou o ensaio Rompimento das barragens de Fund\u00e3o e da Mina do C\u00f3rrego do Feij\u00e3o em Minas Gerais, Brasil: decis\u00f5es organizacionais n\u00e3o tomadas e li\u00e7\u00f5es n\u00e3o aprendidas. Segundo os autores, esses \u201crompimentos de barragens de rejeitos de minera\u00e7\u00e3o provocaram, em 2015, o maior desastre socioambiental e, em 2019, o maior acidente de trabalho do Brasil\u201d. No primeiro caso, em Mariana\/MG, morreram 19 trabalhadores e moradores das \u00e1reas atingidas. No segundo, em Brumadinho\/MG, houve a morte de 270 pessoas, dos quais 258 eram trabalhadores &#8211; 127 da Vale, 118 terceirizados, 3 estagi\u00e1rios e mais 10 que trabalhavam fora da mina.<\/p>\n<p>Os pesquisadores avaliam que fatores gerenciais, de opera\u00e7\u00e3o, de manuten\u00e7\u00e3o, de engenharia e do ambiente de trabalho contribu\u00edram para os rompimentos das barragens de Fund\u00e3o e da mina do C\u00f3rrego do Feij\u00e3o. A an\u00e1lise foi feita a partir de pesquisa documental, que utilizou relat\u00f3rios oficiais sobre os acidentes, publica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e cient\u00edficas e legisla\u00e7\u00e3o pertinente ao tema.<\/p>\n<p>O ensaio destaca a import\u00e2ncia da autonomia de t\u00e9cnicos e ger\u00eancias na tomada de decis\u00f5es. Tamb\u00e9m aponta a necessidade de alterar as normas t\u00e9cnicas utilizadas por empresas e os crit\u00e9rios de licenciamento e controle estatal de atividades que implicam grande risco ambiental e social.<\/p>\n<p>\u201cA tomada das decis\u00f5es na constru\u00e7\u00e3o, opera\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o e controle de tecnologias e sistemas de produ\u00e7\u00e3o que apresentam riscos de causar desastres, como no caso de barragens de rejeitos, somente pode avan\u00e7ar com a ado\u00e7\u00e3o de um sistema de comunica\u00e7\u00e3o claro e eficaz entre as diversas inst\u00e2ncias das organiza\u00e7\u00f5es, explicitando responsabilidades e riscos socioambientais, associado ao monitoramento e controle de todas as partes interessadas, inclusive com a participa\u00e7\u00e3o das comunidades potencialmente afetadas\u201d, afirmam os autores.<\/p>\n<p>Leia o ensaio <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1590\/2317-6369000018519\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rompimento das barragens de Fund\u00e3o e da Mina do C\u00f3rrego do Feij\u00e3o em Minas Gerais, Brasil: decis\u00f5es organizacionais n\u00e3o tomadas e li\u00e7\u00f5es n\u00e3o aprendidas<\/a>.<\/p>\n<p><em>Fonte: Fundacentro<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Revista Brasileira de Sa\u00fade Ocupacional (RBSO) publicou o ensaio Rompimento das barragens de Fund\u00e3o e da Mina do C\u00f3rrego do Feij\u00e3o em Minas Gerais, Brasil: decis\u00f5es organizacionais n\u00e3o tomadas e li\u00e7\u00f5es n\u00e3o aprendidas. Segundo os autores, esses \u201crompimentos de barragens de rejeitos de minera\u00e7\u00e3o provocaram, em 2015, o maior desastre socioambiental e, em 2019, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":31602,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[80],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44044"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=44044"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44044\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/31602"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=44044"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=44044"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=44044"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}