{"id":40824,"date":"2020-07-21T08:50:54","date_gmt":"2020-07-21T11:50:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=40824"},"modified":"2020-07-21T08:50:54","modified_gmt":"2020-07-21T11:50:54","slug":"medicos-sao-profissionais-de-maior-credibilidade-no-brasil-diz-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2020\/07\/21\/medicos-sao-profissionais-de-maior-credibilidade-no-brasil-diz-pesquisa\/","title":{"rendered":"M\u00e9dicos s\u00e3o profissionais de maior credibilidade no Brasil, diz pesquisa"},"content":{"rendered":"<p>A pandemia do novo coronav\u00edrus fez aumentar a confian\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o nos m\u00e9dicos brasileiros. Eles se tornaram os profissionais de maior credibilidade em 2020, com 35% da confian\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o. Na segunda posi\u00e7\u00e3o, aparecem os professores, com 21%.<\/p>\n<p>Os resultados s\u00e3o de uma pesquisa realizada pelo Datafolha a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM). Foram ouvidas 1.511 pessoas de todas as regi\u00f5es do pa\u00eds entre os dias 15 e 30 de maio de 2020.<\/p>\n<p>Na pesquisa anterior, realizada em 2018, os m\u00e9dicos tinham um \u00edndice de 24% e ficavam atr\u00e1s dos profissionais da educa\u00e7\u00e3o, que obtiveram 34%.<\/p>\n<p>O levantamento mostra ainda que atr\u00e1s de m\u00e9dicos e professores, aparecem os bombeiros (11), policiais (5%), militares e ju\u00edzes (4% cada) e advogados, jornalistas e engenheiros (3%, cada). Na sequ\u00eancia, surgem os procuradores de Justi\u00e7a (com 1%) e os pol\u00edticos (com 0,5%).<\/p>\n<p>Os dados coletados pelo Datafolha a respeito dos m\u00e9dicos mostram ainda que 57% dos brasileiros avaliam como \u00f3timo ou bom o trabalho m\u00e9dico, \u00edndice que sobe para 77% quando perguntados especificamente da atua\u00e7\u00e3o desse profissional no per\u00edodo da pandemia.<\/p>\n<p>A pesquisa indica que a situa\u00e7\u00e3o provocada pela Covid-19, em que informa\u00e7\u00f5es desencontradas t\u00eam deixado a popula\u00e7\u00e3o insegura, contribuiu para o aumento do percentual de confiabilidade dos m\u00e9dicos.<\/p>\n<p>Alexandre Menezes, segundo vice-presidente do CFM, avalia que a pandemia n\u00e3o s\u00f3 mostrou a import\u00e2ncia de todos os profissionais de sa\u00fade, mas fez a popula\u00e7\u00e3o compreender a necessidade de uma estrutura melhor para o desenvolvimento do trabalho.<\/p>\n<p>&#8220;A pandemia teve influ\u00eancia no crescimento do \u00edndice de confian\u00e7a dos m\u00e9dicos. A sa\u00fade passou a ser protagonista na vida das pessoas. A popula\u00e7\u00e3o agora enxerga a import\u00e2ncia de novos hospitais, equipamentos, antes se falava de falta de novos leito e as pessoas n\u00e3o entendiam a necessidade&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Essa avalia\u00e7\u00e3o do trabalho dos m\u00e9dicos durante a pandemia vem amparada em percep\u00e7\u00f5es espec\u00edficas. Por exemplo, 79% dos brasileiros avaliam como \u00f3timo ou bom o empenho dos profissionais para atender os pacientes e 73% classificam da mesma forma a qualidade da assist\u00eancia oferecida. Para 64%, o n\u00edvel de confian\u00e7a depositada no trabalho realizado durante a pandemia \u00e9 alto.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, 51% dos brasileiros acreditam que o trabalho do m\u00e9dico tem recebido a valoriza\u00e7\u00e3o merecida. Entretanto, avaliam como regular, ruim ou p\u00e9ssimo as condi\u00e7\u00f5es de trabalho oferecidas aos m\u00e9dicos, ou seja, entendem que o trabalho desses profissionais tem sido prejudicado por falta de infraestrutura.<\/p>\n<p><em>(Fonte: Folha de Pernambuco)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pandemia do novo coronav\u00edrus fez aumentar a confian\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o nos m\u00e9dicos brasileiros. Eles se tornaram os profissionais de maior credibilidade em 2020, com 35% da confian\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o. Na segunda posi\u00e7\u00e3o, aparecem os professores, com 21%. Os resultados s\u00e3o de uma pesquisa realizada pelo Datafolha a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM). 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