{"id":39283,"date":"2019-11-21T15:02:23","date_gmt":"2019-11-21T18:02:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=39283"},"modified":"2019-11-21T15:02:23","modified_gmt":"2019-11-21T18:02:23","slug":"artigos-da-rbso-analisam-diferentes-situacoes-de-riscos-ocupacionais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2019\/11\/21\/artigos-da-rbso-analisam-diferentes-situacoes-de-riscos-ocupacionais\/","title":{"rendered":"Artigos da RBSO analisam diferentes situa\u00e7\u00f5es de riscos ocupacionais"},"content":{"rendered":"<p>No volume 44 (2019) da Revista Brasileira de Sa\u00fade Ocupacional, peri\u00f3dico cientifico da Fundacentro, tr\u00eas artigos ganham destaque ao discutir a rela\u00e7\u00e3o sa\u00fade-trabalho entre profissionais de seguran\u00e7a p\u00fablica, trabalhadores com esquizofrenia e pacientes com s\u00edndrome coronariana aguda.<\/p>\n<p>Trabalho policial<\/p>\n<p>No Brasil, 41.817 pessoas foram mortas por armas de fogo em 2015, de acordo com dados do Atlas da Viol\u00eancia publicado pelo IPEA. Mas, e os profissionais designados para proteger a sociedade, como esses trabalhadores s\u00e3o vitimados quando o assunto \u00e9 uso de armas?<\/p>\n<p>O artigo \u201cFerimentos por arma de fogo em profissionais de seguran\u00e7a p\u00fablica e militares das for\u00e7as armadas: revis\u00e3o integrativa\u201d traz compara\u00e7\u00f5es importantes sobre taxas de acidentes fatais no trabalho entre profissionais da seguran\u00e7a p\u00fablica no Brasil e nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Pesquisadores do Departamento Latino-Americano de Estudos de Viol\u00eancia e Sa\u00fade Jorge Careli, da Fiocruz, realizaram vasta revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica em agosto de 2017, incluindo bases de dados como Lilacs, SciELO, PubMed e outras, de forma a verificar como se d\u00e1 a ocorr\u00eancia de ferimentos por armas de fogo (FAF) entre os trabalhadores da seguran\u00e7a p\u00fablica.<\/p>\n<p>Fatores como hierarquia r\u00edgida, exig\u00eancia de disciplina, cansa\u00e7o f\u00edsico, rela\u00e7\u00e3o desgastada do policial com a sociedade, elevados n\u00edveis de criminalidade, e grande quantidade de armas de fogo em circula\u00e7\u00e3o, resultam em um cen\u00e1rio de elevado estresse entre policiais, al\u00e9m de les\u00f5es fatais e\/ou incapacitantes causadas por proj\u00e9til de arma de fogo.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0303-76572019000101502&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leia o artigo na \u00edntegra<\/a><\/p>\n<p>Esquizofrenia<\/p>\n<p>\u201cExperi\u00eancia laboral e inclus\u00e3o social de indiv\u00edduos com esquizofrenia\u201d, apresenta um estudo que buscou compreender como trabalhadores percebem suas experi\u00eancias laborais. Os autores identificaram estrat\u00e9gias eficazes de inser\u00e7\u00e3o desses indiv\u00edduos no trabalho, as que levam em considera\u00e7\u00e3o as especificidades da doen\u00e7a, os fatores estressantes relacionados \u00e0s atividades exercidas e os interesses e potenciais desses trabalhadores.<\/p>\n<p>Outros aspectos apontados pelos pesquisadores como estrat\u00e9gias complementares positivas s\u00e3o a participa\u00e7\u00e3o ativa da fam\u00edlia no processo de inser\u00e7\u00e3o, a ado\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos, pelas empresas, que facilitem o aprendizado e o desempenho funcional desses profissionais e oferecer ao trabalhador oportunidades que estejam inseridas em uma pol\u00edtica corporativa inclusiva.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0303-76572019000101308&amp;lang=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leia o artigo<\/a><\/p>\n<p>Reabilita\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade, as doen\u00e7as cardiovasculares s\u00e3o a principal causa de \u00f3bito no mundo. Esse n\u00famero se torna ainda mais representativo em popula\u00e7\u00f5es que habitam pa\u00edses de baixa renda, mais vulner\u00e1veis e com menor acesso ao atendimento m\u00e9dico e servi\u00e7os de sa\u00fade.<\/p>\n<p>Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Faculdade de Enfermagem, analisam como aspectos socioecon\u00f4micos, cl\u00ednicos, psicossociais e ocupacionais influenciam na reintegra\u00e7\u00e3o ao trabalho de profissionais afetados por S\u00edndrome Coron\u00e1ria Aguda (SCA).<\/p>\n<p>No artigo \u201cRetorno ao trabalho de pacientes com S\u00edndrome Coronariana Aguda\u201d, os autores prop\u00f5em interven\u00e7\u00f5es e sugerem pesquisas que possam influenciar no desempenho profissional e no tempo de retorno ao trabalho desses indiv\u00edduos.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0303-76572019000101307&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leia o artigo na \u00edntegra<\/a><\/p>\n<p><em>(Fonte: Fundacentro)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No volume 44 (2019) da Revista Brasileira de Sa\u00fade Ocupacional, peri\u00f3dico cientifico da Fundacentro, tr\u00eas artigos ganham destaque ao discutir a rela\u00e7\u00e3o sa\u00fade-trabalho entre profissionais de seguran\u00e7a p\u00fablica, trabalhadores com esquizofrenia e pacientes com s\u00edndrome coronariana aguda. 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