{"id":37833,"date":"2019-07-23T13:38:18","date_gmt":"2019-07-23T16:38:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=37833"},"modified":"2019-07-23T13:53:58","modified_gmt":"2019-07-23T16:53:58","slug":"depois-da-tragedia-novos-empregos-ajudam-moradores-a-se-reerguerem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2019\/07\/23\/depois-da-tragedia-novos-empregos-ajudam-moradores-a-se-reerguerem\/","title":{"rendered":"Depois da trag\u00e9dia: novos empregos ajudam moradores a recome\u00e7ar"},"content":{"rendered":"<p>Era o primeiro dia de trabalho. No cora\u00e7\u00e3o, a d\u00favida se daria conta de entrar na Mina de C\u00f3rrego do Feij\u00e3o e abra\u00e7ar a nova ocupa\u00e7\u00e3o. A auxiliar-administrativa N\u00e1dia Alfeu, de 30 anos, passou um ano deslocando-se todos os dias entre Brumadinho, onde reside, at\u00e9 Belo Horizonte, no emprego de supervisora comercial, na capital. Quando apareceu a oportunidade para atuar novamente na cidade, ela foi ao posto do Sistema Nacional de Emprego (Sine) pleitear a vaga. A contrata\u00e7\u00e3o por uma terceirizada deu certo. Hoje, N\u00e1dia integra a equipe de trabalhadores das obras de conten\u00e7\u00e3o, constitu\u00eddo por 1.200 pessoas, dos quais 50% s\u00e3o moradores de Brumadinho.<\/p>\n<p>A gera\u00e7\u00e3o de empregos locais faz parte do processo de reconstru\u00e7\u00e3o e repara\u00e7\u00e3o dos danos do rompimento da Barragem I. \u201cO deslocamento era muito pesado. Na quest\u00e3o financeira n\u00e3o alterou muito, mas na praticidade e qualidade de vida, sim. Tenho um filho de 6 anos e agora tenho mais tempo para ele\u201d, conta a moradora do bairro Ipiranga. N\u00e1dia perdeu um amigo na trag\u00e9dia e, entre 2015 e 2016, havia trabalhado na mina exercendo a mesma fun\u00e7\u00e3o para qual foi contratada agora. \u201cEconomicamente, a gera\u00e7\u00e3o de empregos tem sido muito boa para a cidade. Mas, o sentimento de perda ainda \u00e9 muito grande.\u201d<\/p>\n<p>A motorista Michele Auxiliadora dos Reis, tamb\u00e9m de 30 anos, agarrou a oportunidade de trabalhar com a profiss\u00e3o de seus sonhos: a de motorista. Antes de entrar na Vale, h\u00e1 cerca de um m\u00eas, ela ajudava o pai no transporte escolar. At\u00e9 janeiro, atuou como agente de endemias, na prefeitura, fazendo visitas domiciliares. \u201cSempre procurei a chance de ser motorista e agora consegui\u201d, comemora diz. A fun\u00e7\u00e3o dela \u00e9 atender os trabalhadores no deslocamento dentro da Mina de C\u00f3rrego do Feij\u00e3o, levar e busc\u00e1-los em casa. \u201c\u00c9 a primeira vez que trabalho com o que gosto. Estou correndo atr\u00e1s e sempre aprendendo com o pessoal. Estou \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o mesmo. Antes, n\u00e3o havia esse tipo de oportunidade em Brumadinho\u201d, relata.<\/p>\n<p>Outro ponto positivo, segundo ela, \u00e9 o al\u00edvio nas contas. O sal\u00e1rio \u00e9 importante para sustentar os tr\u00eas filhos, de 9, 7 e 4 anos. \u201cO sal\u00e1rio \u00e9 melhor do que eu tinha. Investi na carteira de habilita\u00e7\u00e3o, agora estou tendo o retorno que esperava. Pretendo futuramente fazer melhorias na minha casa e comprar o carro que ainda n\u00e3o tenho\u201d, afirma a moradora do bairro S\u00e3o Sebasti\u00e3o.<\/p>\n<p><em>(Fonte: O Estado de Minas)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Era o primeiro dia de trabalho. No cora\u00e7\u00e3o, a d\u00favida se daria conta de entrar na Mina de C\u00f3rrego do Feij\u00e3o e abra\u00e7ar a nova ocupa\u00e7\u00e3o. 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