{"id":37811,"date":"2019-07-19T17:05:15","date_gmt":"2019-07-19T20:05:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=37811"},"modified":"2019-07-19T17:43:56","modified_gmt":"2019-07-19T20:43:56","slug":"estudo-busca-compreender-como-vivem-as-pessoas-com-deficiencia-em-bh","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2019\/07\/19\/estudo-busca-compreender-como-vivem-as-pessoas-com-deficiencia-em-bh\/","title":{"rendered":"Estudo busca compreender como vivem as pessoas com defici\u00eancia em BH"},"content":{"rendered":"<p>Quem s\u00e3o as pessoas com defici\u00eancia em Belo Horizonte? Quais as dificuldades e necessidades? Quais atividades de lazer praticam? A busca por essas e outras respostas impulsionou pesquisadores da Faculdade de Medicina e da Escola de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO) da UFMG, assim como\u00a0da Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), a desenvolver\u00a0pesquisa in\u00e9dita para\u00a0compreender o desempenho ocupacional dessas pessoas.<\/p>\n<p>Com in\u00edcio neste m\u00eas, o estudo tem o objetivo de\u00a0compreender os fatores que influenciam a participa\u00e7\u00e3o e a restri\u00e7\u00e3o nas atividades cotidianas das pessoas com defici\u00eancia visual, auditiva e motora, totais e parciais.\u00a0Para isso, ser\u00e3o avaliadas tr\u00eas \u00e1reas ocupacionais: autocuidado, lazer e trabalho.\u00a0A ideia da pesquisa \u00e9 jogar luz sobre quest\u00f5es\u00a0que mascaram o universo no qual est\u00e3o inseridas.<\/p>\n<p>\u201cHoje n\u00f3s temos\u00a0uma no\u00e7\u00e3o, mas falta\u00a0uma pesquisa de vulto feita nesse sentido. O que existe est\u00e1 relacionado com a\u00a0sa\u00fade mental ou abrange apenas a dimens\u00e3o auditiva\u201d, exemplifica o professor Ricardo Alexandre de Souza, do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina.<\/p>\n<p>Question\u00e1rios com quest\u00f5es objetivas e subjetivas ser\u00e3o aplicados a\u00a0pessoas com defici\u00eancia das nove regionais de Belo Horizonte. Por meio das entrevistas, ser\u00e3o analisadas suas condi\u00e7\u00f5es socioecon\u00f4micas, os locais\u00a0onde vivem,\u00a0a vida em fam\u00edlia e\u00a0em comunidade e\u00a0suas pr\u00e1ticas de lazer. Tamb\u00e9m ser\u00e1 verificado se elas t\u00eam\u00a0as mesmas oportunidades de satisfa\u00e7\u00e3o social que pessoas sem defici\u00eancia.<\/p>\n<p>\u201cMuitas pessoas com defici\u00eancias restringem sua vida a ir a uma unidade de sa\u00fade e voltar para casa, muitas vezes acompanhadas da m\u00e3e. Queremos saber por que\u00a0isso acontece, ou se acontecem outras coisas, e se eles\u00a0conseguem solucionar problemas\u00a0que n\u00f3s desconhecemos\u201d, explica a professora do\u00a0Departamento de Terapia Ocupacional\u00a0da EEFFTO\u00a0Cristiane Miryam Drumond de Brito.<\/p>\n<h3>Cronograma<\/h3>\n<p>As entrevistas come\u00e7am neste m\u00eas, e a inten\u00e7\u00e3o do grupo \u00e9 convidar, inicialmente, mais 1,5 mil pessoas at\u00e9\u00a0chegar a um grupo definitivo de 500 participantes. Os question\u00e1rios ser\u00e3o aplicados por cerca de 10 volunt\u00e1rios\u00a0\u2013\u00a0estima-se um tempo m\u00e9dio de 30 minutos de aplica\u00e7\u00e3o. Interessados em fazer parte do estudo podem se cadastrar por meio do telefone\u00a09 9514-0567 (WhatsApp)<\/p>\n<p>O levantamento de dados dever\u00e1 ser conclu\u00eddo at\u00e9 meados\u00a0de agosto. Os passos seguintes da pesquisa s\u00e3o a an\u00e1lise descritiva e o cruzamento dos dados apurados.<\/p>\n<h3>Em evid\u00eancia<\/h3>\n<p>Para a professora Cristiane Drumond, a pesquisa dever\u00e1 revelar, em detalhes, a\u00a0situa\u00e7\u00e3o de invisibilidade de uma parcela significativa da popula\u00e7\u00e3o da capital mineira. \u201c\u00c9 uma popula\u00e7\u00e3o que est\u00e1 escondida. Portanto, coloc\u00e1-las em evid\u00eancia \u00e9 tamb\u00e9m colocar suas necessidades em evid\u00eancia. E o que for proposto para Belo Horizonte talvez possa ser aplicado em outras cidades do pa\u00eds\u201d, analisa.<\/p>\n<p>A coleta de dados est\u00e1 sendo bancada pelos pr\u00f3prios pesquisadores, incluindo o transporte dos entrevistadores. Por isso, o grupo tamb\u00e9m\u00a0busca\u00a0apoio financeiro ou qualquer outro tipo de recurso. \u201cVamos aproveitar nossas f\u00e9rias para fazer essa pesquisa e estamos abertos a qualquer tipo de apoio\u201d, afirma\u00a0o professor Ricardo Alexandre de Souza.<\/p>\n<p>A BH-Trans apoia o trabalho, enviando cartas aos poss\u00edveis participantes e cedendo sua base de dados.<\/p>\n<p><em>(Fonte: UFMG)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem s\u00e3o as pessoas com defici\u00eancia em Belo Horizonte? Quais as dificuldades e necessidades? Quais atividades de lazer praticam? 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