{"id":37712,"date":"2019-07-12T11:50:53","date_gmt":"2019-07-12T14:50:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=37712"},"modified":"2019-07-12T11:50:53","modified_gmt":"2019-07-12T14:50:53","slug":"executivos-da-vale-conseguem-evitar-acareacao-em-cpi-de-barragem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2019\/07\/12\/executivos-da-vale-conseguem-evitar-acareacao-em-cpi-de-barragem\/","title":{"rendered":"Executivos da Vale conseguem evitar acarea\u00e7\u00e3o em CPI de barragem"},"content":{"rendered":"<div class=\"content\">\n<div class=\"moz-reader-content line-height4 reader-show-element\">\n<div id=\"readability-page-1\" class=\"page\">\n<section>\n<div>\n<article>\n<div>\n<p>Quatro executivos da Vale conseguiram habeas corpus na Justi\u00e7a de Minas Gerais para n\u00e3o participar de acarea\u00e7\u00e3o que seria realizada nesta quinta-feira, 11, na Comiss\u00e3o Parlamentar de Inqu\u00e9rito (CPI) da Assembleia Legislativa que investiga o rompimento da barragem da mineradora em Brumadinho, na Grande Belo Horizonte, no dia 25 de janeiro. Cinco meses e meio depois da trag\u00e9dia, a Defesa Civil do Estado confirma a morte de 248 pessoas por causa da ruptura da estrutura. Outras 22 seguem desaparecidas. As buscas por corpos continuam na \u00e1rea atingida pela lama que vazou da estrutura.<\/p>\n<p>A acarea\u00e7\u00e3o seria feita entre os executivos Cristina Malheiros, Renzo Albieri Guimar\u00e3es Carvalho, C\u00e9sar Augusto Grandchamp e Artur Bastos Ribeiro, envolvidos com o monitoramento e seguran\u00e7a da barragem que se rompeu, e o funcion\u00e1rio da mineradora h\u00e1 18 anos Fernando Henrique Barbosa Coelho, que \u00e0 \u00e9poca da trag\u00e9dia era operador mec\u00e2nico.<\/p>\n<p>Em depoimento anterior \u00e0 CPI, Barbosa Coelho afirmou que seu pai, Olavo Coelho, morador da regi\u00e3o com profundo conhecimento sobre a barragem, teria sido chamado seis meses antes do rompimento pela empresa para dar opini\u00e3o sobre a situa\u00e7\u00e3o da represa. A resposta do pai a representantes da Vale, segundo o operador mec\u00e2nico, teria sido de que a barragem tinha vazamentos, com danos irrevers\u00edveis, e que poderia se romper. Olavo Coelho est\u00e1 entre as v\u00edtimas da trag\u00e9dia.<\/p>\n<p>Todos os executivos da mineradora beneficiados pelo habeas corpus afirmaram, tamb\u00e9m \u00e0 CPI, que a estrutura n\u00e3o apresentava sinais de que poderia ruir.<\/p>\n<p>A defesa dos executivos da Vale Cristina Malheiros, Renzo Albieri Guimar\u00e3es Carvalho e Artur Bastos Ribeiro, no pedido de habeas corpus, alegam, conforme consta no relat\u00f3rio da decis\u00e3o, que, \u201ccomo testemunha ou investigado, os pacientes fazem jus a duas garantias constitucionais, a saber: o direito de permanecerem em sil\u00eancio e o direito de n\u00e3o se auto incriminarem. Diante disso, requerem o deferimento da liminar, com a expedi\u00e7\u00e3o de salvo conduto, para que seja garantido aos pacientes o direito de n\u00e3o comparecerem \u00e0 sess\u00e3o\u201d. Do grupo, tr\u00eas executivos t\u00eam um mesmo advogado, Marcelo Leonardo. J\u00e1 Grandchamp tem Leonardo Salles como defensor, segundo a assessoria da relatoria da CPI.<\/p>\n<p>Com os habeas corpus, a sess\u00e3o da CPI foi aberta e o funcion\u00e1rio da mineradora Barbosa Coelha apenas reafirmou o depoimento prestado anteriormente. Procurada pela reportagem, a Vale ainda n\u00e3o se manifestou.<\/p>\n<p><em>(Fonte: Isto\u00c9)<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quatro executivos da Vale conseguiram habeas corpus na Justi\u00e7a de Minas Gerais para n\u00e3o participar de acarea\u00e7\u00e3o que seria realizada nesta quinta-feira, 11, na Comiss\u00e3o Parlamentar de Inqu\u00e9rito (CPI) da Assembleia Legislativa que investiga o rompimento da barragem da mineradora em Brumadinho, na Grande Belo Horizonte, no dia 25 de janeiro. 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