{"id":37698,"date":"2019-07-10T12:57:09","date_gmt":"2019-07-10T15:57:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=37698"},"modified":"2019-07-10T12:57:09","modified_gmt":"2019-07-10T15:57:09","slug":"perda-auditiva-ocupacional-pode-causar-estresse-e-hipertensao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2019\/07\/10\/perda-auditiva-ocupacional-pode-causar-estresse-e-hipertensao\/","title":{"rendered":"Perda auditiva ocupacional pode  causar estresse e hipertens\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>O ru\u00eddo ocupacional \u00e9 considerado um agente f\u00edsico nocivo ainda muito comum em diversos ambientes produtivos. A perda auditiva est\u00e1 relacionada principalmente \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o a altos n\u00edveis de ru\u00eddo, mas n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico agente causador da doen\u00e7a ocupacional. Outras fontes, como vibra\u00e7\u00e3o e produtos qu\u00edmicos t\u00f3xicos, entre eles, solventes org\u00e2nicos, metais pesados e combust\u00edveis, tamb\u00e9m podem afetar a audi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em entrevista ao SST em \u00c1udio, da plataforma Sesi Viva Mais, a fonoaudi\u00f3loga Alice Penna, especialista em audiologia e doutora em Sa\u00fade P\u00fablica, explica que a perda auditiva ocupacional pode provocar ainda problemas de sa\u00fade como hipertens\u00e3o arterial, por exemplo, decorrente do estresse pela defici\u00eancia auditiva. A irritabilidade e a desaten\u00e7\u00e3o do trabalhador s\u00e3o fatores que favorecem os acidentes, al\u00e9m da dificuldade para escutar avisos em situa\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia.<\/p>\n<p>Penna alerta que a defici\u00eancia auditiva come\u00e7a nas frequ\u00eancias mais altas e pode afetar gradativamente, sem que o trabalhador perceba, outras frequ\u00eancias importantes para o reconhecimento da fala e dos sons.<\/p>\n<p>Ela refor\u00e7a a import\u00e2ncia da prote\u00e7\u00e3o individual, bem como de projetos de preven\u00e7\u00e3o nos ambientes laborais, al\u00e9m do monitoramento audiol\u00f3gico dos trabalhadores expostos aos agentes de risco \u00e0 audi\u00e7\u00e3o. Os programas de capacita\u00e7\u00e3o para orientar os funcion\u00e1rios sobre as medidas protetivas tamb\u00e9m s\u00e3o enfatizados pela especialista.<\/p>\n<p>\u201cOs colaboradores devem ainda ser incentivados a auxiliar os gestores na defini\u00e7\u00e3o das prioridades para a promo\u00e7\u00e3o das melhorias ambientais\u201d, recomenda a fonoaudi\u00f3loga, \u201cafinal, ningu\u00e9m melhor do que o trabalhador para apontar onde residem os principais problemas no seu ambiente laboral\u201d, complementa.<\/p>\n<p>Para ouvir a entrevista na \u00edntegra, acesse <a href=\"https:\/\/www.sesivivamais.com.br\/main\/podcast\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.sesivivamais.com.br\/main\/podcast\/&amp;source=gmail&amp;ust=1562856429092000&amp;usg=AFQjCNE9y-W8HTJRu7ctqcywyl8gnaF2ag\">SST em \u00c1udio<\/a>.<\/p>\n<p><em>(Fonte: SST em \u00c1udio)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ru\u00eddo ocupacional \u00e9 considerado um agente f\u00edsico nocivo ainda muito comum em diversos ambientes produtivos. A perda auditiva est\u00e1 relacionada principalmente \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o a altos n\u00edveis de ru\u00eddo, mas n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico agente causador da doen\u00e7a ocupacional. Outras fontes, como vibra\u00e7\u00e3o e produtos qu\u00edmicos t\u00f3xicos, entre eles, solventes org\u00e2nicos, metais pesados e combust\u00edveis, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":30426,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[80],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37698"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37698"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37698\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/30426"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37698"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37698"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37698"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}