{"id":36790,"date":"2019-04-01T12:05:38","date_gmt":"2019-04-01T15:05:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=36790"},"modified":"2019-04-01T12:05:38","modified_gmt":"2019-04-01T15:05:38","slug":"mais-tres-barragens-da-vale-em-mg-entram-em-alerta-maximo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2019\/04\/01\/mais-tres-barragens-da-vale-em-mg-entram-em-alerta-maximo\/","title":{"rendered":"Mais tr\u00eas barragens da Vale em MG entram em alerta m\u00e1ximo"},"content":{"rendered":"<p>Tr\u00eas barragens da Vale em Minas Gerais, a B3\/B4, em Macacos, e as Forquilhas 1 e 3, em Ouro Preto, entraram em alerta m\u00e1ximo para o risco de rompimento na noite desta quarta-feira (27). Elas foram alteradas de n\u00edvel 2 para o n\u00edvel 3 de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>A barragem B3\/B4, da Mina Mar Azul, da Vale, em Macacos, distrito de Nova Lima, na Regi\u00e3o Metropolitana de Belo Horizonte, entrou em alerta m\u00e1ximo para o risco de rompimento na noite desta quarta-feira (27). As sirenes na regi\u00e3o foram acionadas. Esta \u00e9 segunda vez que as sirenes s\u00e3o disparadas em pouco mais de um m\u00eas, e moradores da \u00e1rea de autossalvamento j\u00e1 haviam sido retirados de suas casas no dia 16 de fevereiro.<\/p>\n<p>O n\u00edvel de seguran\u00e7a da barragem que estava em 2 foi alterado para 3. A orienta\u00e7\u00e3o para a mudan\u00e7a do n\u00edvel de alerta partiu da Ag\u00eancia Nacional de Minera\u00e7\u00e3o (ANM). De acordo com a ag\u00eancia, o n\u00edvel 3 significa &#8220;rompimento ou risco eminente de romper&#8221;. O fator de seguran\u00e7a n\u00e3o drenado n\u00e3o teria sido atingido, conforme a ag\u00eancia.<\/p>\n<p>N\u00e3o houve rompimento e n\u00e3o haver\u00e1 novas retiradas de moradores. Segundo a Defesa Civil, cerca de cinco mil moradores de regi\u00f5es secund\u00e1rias devem ser treinados nos pr\u00f3ximos dias. S\u00e3o cerca de 2.900 moradores do distrito de Hon\u00f3rio Bicalho, em Nova Lima, onde a lama chegaria em cerca de uma hora; e 2.300 da cidade de Raposos, tamb\u00e9m na Regi\u00e3o Metropolitana, onde demoraria 1 hora e 45 minutos em caso de rompimento.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com a Defesa Civil, as estruturas em risco s\u00e3o monitoradas 24 horas por dia.<\/p>\n<p>Cerca de 250 pessoas j\u00e1 est\u00e3o foram de suas casas desde o dia 16 de fevereiro. A Barragem B3\/B4 tem aproximadamente 3 milh\u00f5es de m\u00b3 de rejeito. A estrutura \u00e9 a montante, mesmo modelo das de Brumadinho e de Mariana.<\/p>\n<p>A Vale afirmou que as sirenes ser\u00e3o tocadas de forma preventiva, pois auditores independentes disseram que n\u00e3o atestariam a seguran\u00e7a da estrutura. A empresa disse tamb\u00e9m que continua adotando medidas preventivas para aumentar a seguran\u00e7a da barragem.<\/p>\n<h3>Ouro Preto<\/h3>\n<p>As barragens Forquilha I e III, da Vale, em Ouro Preto, na Regi\u00e3o Central de Minas Gerais, tamb\u00e9m passaram para o n\u00edvel tr\u00eas de risco de rompimento na noite desta quarta-feira (27). De acordo com a mineradora, as sirenes tamb\u00e9m foram acionadas de forma preventiva.<\/p>\n<p>A Vale informou que as sirenes fazem parte do Plano de A\u00e7\u00e3o de Emerg\u00eancia de Barragens de Minera\u00e7\u00e3o (PAEBM) e que n\u00e3o houve rompimento. Os moradores da regi\u00e3o, que poderia ser atingida em um eventual rompimento destas duas barragens, sa\u00edram de casa no dia 20 de fevereiro deste ano. De acordo com a Vale, n\u00e3o ser\u00e3o necess\u00e1rias novas evacua\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>As estruturas ficam na mina F\u00e1brica e s\u00e3o todas constru\u00eddas pelo sistema a montante, o mesmo da que se rompeu em Brumadinho no dia 25 de janeiro. De acordo com a Vale, as barragens Forquilha I e III j\u00e1 estavam inoperantes e fazem parte do plano de descomissionamento da mineradora.<\/p>\n<p>Segundo a Defesa Civil, os moradores de Itabirito, vizinha a Ouro Preto, que est\u00e3o em uma zona secund\u00e1ria, devem ser treinados para uma situa\u00e7\u00e3o de rompimento. Os rejeitos chegariam na cidade em cerca de uma hora e meia.<\/p>\n<h3>Itabira<\/h3>\n<p>Moradores de Itabira, na Regi\u00e3o Central de Minas Gerais, viveram clima de tens\u00e3o na noite desta sexta-feira (29). Sirenes soaram na cidade que \u00e9 o ber\u00e7o da Vale.<\/p>\n<p>Mas de acordo com a mineradora, foi um erro t\u00e9cnico. &#8220;O acionamento em Itabira foi um desacerto t\u00e9cnico. Portanto, n\u00e3o h\u00e1 situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia nessa localidade e nem necessidade de que as comunidades da regi\u00e3o sejam evacuadas&#8221;, disse a nota da Vale.<\/p>\n<p>Ainda segundo a empresa, &#8220;a Vale reitera que n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o no n\u00edvel de seguran\u00e7a das barragens de Itabira e que os moradores da cidade podem manter a tranquilidade&#8221;.<\/p>\n<p><em>(Fonte: G1)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tr\u00eas barragens da Vale em Minas Gerais, a B3\/B4, em Macacos, e as Forquilhas 1 e 3, em Ouro Preto, entraram em alerta m\u00e1ximo para o risco de rompimento na noite desta quarta-feira (27). Elas foram alteradas de n\u00edvel 2 para o n\u00edvel 3 de seguran\u00e7a. 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