{"id":36273,"date":"2019-02-04T13:55:19","date_gmt":"2019-02-04T15:55:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=36273"},"modified":"2019-02-04T14:51:33","modified_gmt":"2019-02-04T16:51:33","slug":"artigo-aborda-saude-do-catador-de-material-reciclavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2019\/02\/04\/artigo-aborda-saude-do-catador-de-material-reciclavel\/","title":{"rendered":"Fundacentro: artigo aborda sa\u00fade do catador de material recicl\u00e1vel"},"content":{"rendered":"<p>O livro <a href=\"http:\/\/www.abes-sp.org.br\/arquivos\/livro_saneamento-e-saude-catador-material-reciclavel_versao_final_bx.pdf\">&#8220;Saneamento ambiental e sa\u00fade do catador de material recicl\u00e1vel&#8221;<\/a> traz o artigo &#8220;Riscos \u00e0 sa\u00fade do catador de materiais recicl\u00e1veis, medidas preventivas e assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade&#8221;, que tem a coautoria da bi\u00f3loga e tecnologista da Fundacentro, Elizabeti Muto. O cap\u00edtulo foi escrito com a m\u00e9dica e consultora Ana Maria Moreira, a coordenadora adjunta da C\u00e2mara T\u00e9cnica de Res\u00edduos S\u00f3lidos da Abes-SP, Delaine Romano, e a m\u00e9dica do trabalho da Sabesp, Telma Nery. J\u00e1 a coordena\u00e7\u00e3o da obra \u00e9 de Roseane de Souza, engenheira sanit\u00e1ria e diretora da Abes-SP.<\/p>\n<p>Os artigos da obra pretendem fomentar boas pr\u00e1ticas de saneamento, apresentando nove cap\u00edtulos com recomenda\u00e7\u00f5es e t\u00e9cnicas para o desenvolvimento de pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas \u00e0 gest\u00e3o de res\u00edduos s\u00f3lidos no pa\u00eds. &#8220;Os autores foram convidados pelo not\u00f3rio conhecimento e experi\u00eancias nessas atividades no Brasil e foram incentivados a desenvolver seus conte\u00fados pr\u00f3prios&#8221;, afirma Souza, que coordena a C\u00e2mara T\u00e9cnica de Res\u00edduos S\u00f3lidos, na apresenta\u00e7\u00e3o do livro. Ainda apontam a import\u00e2ncia e o papel estrat\u00e9gico da coleta seletiva nas pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>J\u00e1 o texto escrito por Muto, Moreira, Romano e Nery mostra a exist\u00eancia de riscos \u00e0 sa\u00fade e qualidade de vida enfrentados pelos catadores. Eles atuam como trabalhadores informais em ruas, logradouros p\u00fablicos e nos ainda existentes lix\u00f5es, mas tamb\u00e9m exercem atividades em Centrais de Triagem (CTs), organizados em cooperativas ou associa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8220;Independentemente da fun\u00e7\u00e3o, o risco \u00e0 sa\u00fade durante a manipula\u00e7\u00e3o de res\u00edduos \u00e9 muito acentuado, principalmente nos pa\u00edses em desenvolvimento, nos quais o contato entre o trabalhador e os res\u00edduos \u00e9 maior e o n\u00edvel de prote\u00e7\u00e3o menor&#8221;, explicam as autoras.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso considerar que a sa\u00fade do catador est\u00e1 relacionada n\u00e3o s\u00f3 aos riscos nos locais de trabalho, mas tamb\u00e9m \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de vida, como sal\u00e1rio, moradia, alimenta\u00e7\u00e3o, lazer e a sua participa\u00e7\u00e3o na sociedade. A precariedade marca o ambiente de trabalho e a vida desses trabalhadores, que est\u00e3o expostos a riscos biol\u00f3gicos, qu\u00edmicos, f\u00edsicos, ergon\u00f4micos e de acidentes. As autoras revelam os principais fatores de risco, agravos \u00e0 sa\u00fade e as medidas de prote\u00e7\u00e3o que devem ser adotadas.<\/p>\n<p>&#8220;Os gestores devem ter o compromisso de implementar, coordenar e acompanhar a\u00e7\u00f5es para a redu\u00e7\u00e3o e elimina\u00e7\u00e3o dos riscos. Os trabalhadores devem participar de todas essas fases e processos, estando atento \u00e0s situa\u00e7\u00f5es de riscos e acidentes no local de trabalho e se empenhar para que as medidas de preven\u00e7\u00e3o sejam praticadas e evoluam continuamente&#8221;, afirmam as autoras.<\/p>\n<p>A primeira fase da preven\u00e7\u00e3o &#8220;abrange o planejamento dos processos produtivos, sele\u00e7\u00e3o de tecnologias, adequa\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es, organiza\u00e7\u00e3o das tarefas, aquisi\u00e7\u00e3o de produtos e maquin\u00e1rios, equipamentos de prote\u00e7\u00e3o e materiais e o conhecimento dos riscos&#8221;. A segunda envolve o gerenciamento de riscos e a melhoria cont\u00ednua dos elementos do processo de trabalho relacionados \u00e0 seguran\u00e7a e sa\u00fade dos trabalhadores. J\u00e1 a terceira \u00e9 a fase da remedia\u00e7\u00e3o ou atenua\u00e7\u00e3o dos riscos, como os procedimentos de emerg\u00eancias: &#8220;evacua\u00e7\u00e3o, primeiros socorros, remo\u00e7\u00e3o e tratamento, al\u00e9m de posterior acompanhamento do acidentado&#8221;.<\/p>\n<p>O artigo tamb\u00e9m ressalta a import\u00e2ncia da implementa\u00e7\u00e3o do Programa de Controle M\u00e9dico de Sa\u00fade Ocupacional &#8211; PCMSO (Norma Regulamentadora 7), do Programa de Preven\u00e7\u00e3o de Riscos Ambientais &#8211; PPRA (NR 9) e de outros programas relacionados \u00e0 SST, com a participa\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o Interna de Preven\u00e7\u00e3o de Acidentes &#8211; Cipa (NR 5).<\/p>\n<p><em>(Fonte: Fundacentro)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O livro &#8220;Saneamento ambiental e sa\u00fade do catador de material recicl\u00e1vel&#8221; traz o artigo &#8220;Riscos \u00e0 sa\u00fade do catador de materiais recicl\u00e1veis, medidas preventivas e assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade&#8221;, que tem a coautoria da bi\u00f3loga e tecnologista da Fundacentro, Elizabeti Muto. 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