{"id":35487,"date":"2018-11-26T11:38:45","date_gmt":"2018-11-26T13:38:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=35487"},"modified":"2018-11-26T11:44:19","modified_gmt":"2018-11-26T13:44:19","slug":"fatores-sociodemograficos-e-organizacionais-para-o-surgimento-de-sintomas-musculoesqueleticos-em-intensivistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2018\/11\/26\/fatores-sociodemograficos-e-organizacionais-para-o-surgimento-de-sintomas-musculoesqueleticos-em-intensivistas\/","title":{"rendered":"Fatores sociodemogr\u00e1ficos e organizacionais para o surgimento de sintomas musculoesquel\u00e9ticos em intensivistas"},"content":{"rendered":"<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o:<\/strong> O trabalho intenso e complexo das unidades de terapia intensiva (UTI) envolve alta carga e longas jornadas de trabalho, contato direto com situa\u00e7\u00f5es limite, elevado n\u00edvel de tens\u00e3o e exposi\u00e7\u00e3o a riscos de diversas naturezas.<\/p>\n<p><strong>Objetivo:<\/strong> Avaliar a interfer\u00eancia dos fatores sociodemogr\u00e1ficos e organizacionais no surgimento de dor, tens\u00e3o e fadiga musculoesquel\u00e9tica em profissionais nas UTIs.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos:<\/strong> Entrevistaram-se 128 profissionais de sete hospitais da rede p\u00fablica da cidade de Jo\u00e3o Pessoa, Para\u00edba. Os dados foram analisados usando o modelo de regress\u00e3o log\u00edstica, e as diferen\u00e7as entre as categorias profissionais, pelo teste de Wald, raz\u00e3o de verossimilhan\u00e7a e teste de \u03c72, considerando como n\u00edvel de signific\u00e2ncia &lt;0,05.<\/p>\n<p><strong>Resultados:<\/strong> Identificou-se que as categorias profissionais s\u00e3o distintas em rela\u00e7\u00e3o aos riscos para o surgimento de sintomas musculoesquel\u00e9ticos. Os profissionais t\u00e9cnicos de Enfermagem apresentaram chance 4,968 (p=0,023) vezes maior de ter simultaneamente as queixas musculoesquel\u00e9ticas de dor, fadiga e tens\u00e3o se comparados aos profissionais m\u00e9dicos, enfermeiros e fisioterapeutas, mediadas por fatores como g\u00eanero, \u00edndice de massa corp\u00f3rea e quantidade de UTIs em que atuam, sendo, dessa forma, os profissionais mais expostos e que requerem mais aten\u00e7\u00e3o para interven\u00e7\u00f5es de sa\u00fade no trabalho.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es:<\/strong> T\u00eam-se profissionais com altas cargas hor\u00e1rias semanais, distintos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s queixas musculoesquel\u00e9ticas de maior frequ\u00eancia decorrentes das especificidades inerentes de cada atividade.<\/p>\n<p>Palavras-chave | sa\u00fade do trabalhador; riscos ocupacionais; unidades de terapia intensiva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Leia o artigo na \u00edntegra no <a href=\"http:\/\/www.rbmt.org.br\/about-the-authors\/359\/pt-BR\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">site da Revista Brasileira de Medicina do Trabalho<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o: O trabalho intenso e complexo das unidades de terapia intensiva (UTI) envolve alta carga e longas jornadas de trabalho, contato direto com situa\u00e7\u00f5es limite, elevado n\u00edvel de tens\u00e3o e exposi\u00e7\u00e3o a riscos de diversas naturezas. Objetivo: Avaliar a interfer\u00eancia dos fatores sociodemogr\u00e1ficos e organizacionais no surgimento de dor, tens\u00e3o e fadiga musculoesquel\u00e9tica em profissionais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[89],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35487"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35487"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35487\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35487"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35487"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35487"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}