{"id":35310,"date":"2018-11-05T13:49:18","date_gmt":"2018-11-05T15:49:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=35310"},"modified":"2018-11-05T13:49:18","modified_gmt":"2018-11-05T15:49:18","slug":"funcionarios-do-google-em-todo-o-mundo-protestam-contra-assedio-sexual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2018\/11\/05\/funcionarios-do-google-em-todo-o-mundo-protestam-contra-assedio-sexual\/","title":{"rendered":"Funcion\u00e1rios do Google em todo o mundo protestam contra ass\u00e9dio sexual"},"content":{"rendered":"<p>Empregados do Google em todo o mundo deixaram os escrit\u00f3rios da empresa nesta quinta-feira (1\u00ba) para protestar contra esc\u00e2ndalos de ass\u00e9dio sexual e como a empresa lida com esses casos.<\/p>\n<div class=\"wall protected-content\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"44\" data-block-id=\"3\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">De acordo com uma carta divulgada pelos organizadores, 60% de todos os funcion\u00e1rios da empresa no mundo participaram. Em fotos postadas nas redes sociais, \u00e9 poss\u00edvel ver que o protesto aconteceu em Singapura, \u00cdndia, Nova York, Cambridge, Dublin, Londres, Zurique e tamb\u00e9m no Brasil.<\/p>\n<p>Por aqui, funcion\u00e1rios se reuniram no t\u00e9rreo do pr\u00e9dio onde fica o Google no Brasil, na Avenida Faria Lima, em S\u00e3o Paulo. Eles se concentraram para conversar e debater o tema do ass\u00e9dio.<\/p>\n<p>Em nota, enviada ao <strong>G1 <\/strong>por um porta-voz da empresa, Pichai afirma que o Google j\u00e1 sabia das atividades planejadas para hoje que os funcion\u00e1rios teriam suporte para participar se quisessem. \u201cFuncion\u00e1rios j\u00e1 trouxeram ideias construtivas de como podemos melhorar nossas pol\u00edticas e processos no futuro. N\u00f3s estamos aceitando todo esse feedback para podermos transformar essas ideias em a\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"42\" data-block-id=\"9\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Chamado de \u201cGoogle Walkout\u201d, o protesto acontece ap\u00f3s uma reportagem do jornal \u201cNew York Times\u201d mostrar que a empresa protegeu Andy Rubin, um alto executivo diretor do sistema Android, acusado de ass\u00e9dio.Ele deixou a empresa com um b\u00f4nus de US$ 90 milh\u00f5es.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"55\" data-block-id=\"10\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Ap\u00f3s a veicula\u00e7\u00e3o da reportagem, o presidente do Google, Sundar Pichai, enviou um e-mail aos funcion\u00e1rios da empresa, prestando contas sobre as provid\u00eancias que o Google j\u00e1 tinha tomado em casos de ass\u00e9dio. De acordo com ele, o Google demitiu 48 pessoas nos \u00faltimos anos, sem qualquer tipo de benef\u00edcio, diante de acusa\u00e7\u00f5es de ass\u00e9dio.<\/p>\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"><em>(Fonte: G1)<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Empregados do Google em todo o mundo deixaram os escrit\u00f3rios da empresa nesta quinta-feira (1\u00ba) para protestar contra esc\u00e2ndalos de ass\u00e9dio sexual e como a empresa lida com esses casos. De acordo com uma carta divulgada pelos organizadores, 60% de todos os funcion\u00e1rios da empresa no mundo participaram. 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