{"id":35136,"date":"2018-10-10T11:44:56","date_gmt":"2018-10-10T14:44:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=35136"},"modified":"2018-10-10T11:44:56","modified_gmt":"2018-10-10T14:44:56","slug":"rede-de-relacoes-em-um-servico-de-atendimento-movel-de-urgencia-analise-de-uma-equipe-de-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2018\/10\/10\/rede-de-relacoes-em-um-servico-de-atendimento-movel-de-urgencia-analise-de-uma-equipe-de-trabalho\/","title":{"rendered":"Rede de rela\u00e7\u00f5es em um servi\u00e7o de atendimento m\u00f3vel de urg\u00eancia: an\u00e1lise de uma equipe de trabalho"},"content":{"rendered":"<p><b>INTRODU\u00c7\u00c3O:<\/b> Os profissionais que trabalham no Servi\u00e7o de Atendimento M\u00f3vel de Urg\u00eancia (SAMU) lidam com situa\u00e7\u00f5es extremas, as quais exigem altas demandas psicol\u00f3gicas.<\/p>\n<p><b>OBJETIVO:<\/b> Investigar as redes de rela\u00e7\u00f5es entre trabalhadores do SAMU-Cear\u00e1, no Nordeste do Brasil.<\/p>\n<p><b>M\u00c9TODO:<\/b> Trata-se de um estudo de caso de natureza qualitativa, em que foram feitas entrevistas semiestruturadas com uma equipe do SAMU-Cear\u00e1. Primeiramente, para tra\u00e7ar as redes de relacionamento, foram entrevistados tr\u00eas profissionais do servi\u00e7o, entre m\u00e9dicos e enfermeiros. Com base nessas entrevistas, entrevistaram-se mais dois trabalhadores, que foram citados pelos entrevistados anteriores. Para a an\u00e1lise textual dos discursos obtidos, foi empregado o programa Interface de R pour l\u00eas Analyses Multidimensionnelles de Textes et de Questionnaires (iRaMuTeQ). As caracter\u00edsticas estruturais da rede, como tamanho e densidade, foram conferidas pelos <i>softwares<\/i> UCINET 6.123 e NetDraw 2.38.<\/p>\n<p><b>RESULTADOS:<\/b> Os entrevistados estavam no servi\u00e7o havia pelo menos um ano. As conex\u00f5es configuradas com base nas entrevistas evidenciaram a inter-rela\u00e7\u00e3o entre as redes dos entrevistados, e observamos a preval\u00eancia de v\u00ednculos fracos e desarticulados, muito embora dois dos entrevistados trabalhassem no mesmo setor. Na\u00a0an\u00e1lise dos discursos, obtivemos tr\u00eas classes: 1) caracter\u00edsticas do trabalho em equipe e sua forma peculiar de execu\u00e7\u00e3o; 2)\u00a0aspectos relacionais e subjetivos voltados para a administra\u00e7\u00e3o; 3) natureza dos servi\u00e7os prestados.<\/p>\n<p><b>CONCLUS\u00d5ES:<\/b> As\u00a0redes sociais no SAMU-Cear\u00e1 expressam um conjunto de colaboradores que se relacionam para responder \u00e0s demandas dos usu\u00e1rios de maneira integrada, tentando respeitar a autonomia de cada um, contudo as redes revelam conflitos, ocasionando sofrimento ps\u00edquico no trabalho.<\/p>\n<p class=\"keywords\"><b>Palavras-chave:<\/b> rede social; pessoal de sa\u00fade; servi\u00e7os m\u00e9dicos de emerg\u00eancia; estresse psicol\u00f3gico; esgotamento profissional.<\/p>\n<p>Leia o artigo na \u00edntegra no <a href=\"http:\/\/www.rbmt.org.br\/details\/311\/pt-BR\/rede-de-relacoes-em-um-servico-de-atendimento-movel-de-urgencia--analise-de-uma-equipe-de-trabalho\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">site da Revista Brasileira de Medicina do Trabalho<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>INTRODU\u00c7\u00c3O: Os profissionais que trabalham no Servi\u00e7o de Atendimento M\u00f3vel de Urg\u00eancia (SAMU) lidam com situa\u00e7\u00f5es extremas, as quais exigem altas demandas psicol\u00f3gicas. 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