{"id":34656,"date":"2018-08-06T11:31:25","date_gmt":"2018-08-06T14:31:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=34656"},"modified":"2018-08-06T11:31:25","modified_gmt":"2018-08-06T14:31:25","slug":"no-rs-maiores-vitimas-de-acidentes-de-transito-no-trabalho-sao-caminhoneiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2018\/08\/06\/no-rs-maiores-vitimas-de-acidentes-de-transito-no-trabalho-sao-caminhoneiros\/","title":{"rendered":"No RS, maiores v\u00edtimas de acidentes de tr\u00e2nsito no trabalho s\u00e3o caminhoneiros"},"content":{"rendered":"<p>Os caminhoneiros do Rio Grande do Sul s\u00e3o os que mais morrem por acidentes de tr\u00e2nsito relacionados ao trabalho no estado. Os dados s\u00e3o de um levantamento in\u00e9dito realizado pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade com os dados dos Sistemas de Informa\u00e7\u00e3o de Agravo e Notifica\u00e7\u00f5es (SINAN) e do de Mortalidade (SIM). O estudo apontou 188 \u00f3bitos dos trabalhadores de caminh\u00f5es, entre os anos de 2007 e 2016. Contando com todos os tipos de transportes, Rio Grande do Sul registrou 939 mortes no mesmo per\u00edodo. Para chegar a esta constata\u00e7\u00e3o, foram considerados os acidentes ocorridos quando o trabalhador tem uma fun\u00e7\u00e3o que envolve locomo\u00e7\u00e3o ou quando estava indo ou voltando do local de trabalho.<\/p>\n<p>Em onze anos, o n\u00famero de notifica\u00e7\u00f5es de acidentes de transporte relacionados ao trabalho, no Rio Grande do Sul, foi de 2.758. Os anos de 2013 (638) e 2016 (581) foram os que apresentaram os maiores n\u00fameros de notifica\u00e7\u00f5es para um \u00fanico ano. Em 2017, os \u00edndices ca\u00edram 35,2% no estado, sendo registrados 376 acidentes quando comparados ao ano de 2016.<\/p>\n<p>Em toda a regi\u00e3o Sul, foram registradas 4.263 mortes, sendo 873 de motociclistas e 805 de motoristas de carros &#8211; as maiores v\u00edtimas. Quando falamos em acidentes, a regi\u00e3o Sul foi a quarta com maior n\u00famero de registros. Foram 16.425 acidentes entre os anos de 2007 e 2016, tendo o seu pico nos de 2015 (2.899) e 2016 (3.379). Em 2017, a regi\u00e3o teve redu\u00e7\u00e3o de 41,7% nas notifica\u00e7\u00f5es, com 1.967 registros quando tamb\u00e9m comprado ao ano anterior.<br \/>\n<b><\/b><br \/>\nNo Brasil, o estudo trouxe que, oito em cada 10 acidentes de tr\u00e2nsito relacionados ao trabalho foram sofridos por homens. Por faixa et\u00e1ria, os jovens com idades entre 18 e 29 anos foram as maiores v\u00edtimas (40,1%) e quase metade desses acidentes ocorreram nos estados da regi\u00e3o Sudeste (47,5%). Quando falamos em les\u00f5es, o Sinan registrou que 22,5% delas foram ocorridas em membros inferiores e 15,7% nos superiores. Desses acidentes, 63% evolu\u00edram para incapacidade tempor\u00e1ria.<\/p>\n<p>O coeficiente de mortalidade, no Brasil, por acidentes de transporte relacionados ao trabalho foi de 1,5 \u00f3bito a cada 100 mil. Entre os estados, destacam-se Rond\u00f4nia (4,9), Mato Grosso (4,3), Paran\u00e1 (3,2) e Santa Catarina (3,1). De acordo com o Ipea, essas regi\u00f5es possuem fatores que contribuem para esse destaque como maior produto interno bruto (PIB), maior concentra\u00e7\u00e3o de riquezas, de n\u00famero de ve\u00edculos motorizados e de viagens refletem no maior volume de tr\u00e1fego e de acidentes nesses estados.<\/p>\n<p><em>(Fonte: Minist\u00e9rio da Sa\u00fade)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os caminhoneiros do Rio Grande do Sul s\u00e3o os que mais morrem por acidentes de tr\u00e2nsito relacionados ao trabalho no estado. 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