{"id":33120,"date":"2018-03-13T16:14:37","date_gmt":"2018-03-13T19:14:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=33120"},"modified":"2018-03-13T16:14:37","modified_gmt":"2018-03-13T19:14:37","slug":"cobrador-de-onibus-recebera-adicional-de-insalubridade-por-vibracao-excessiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2018\/03\/13\/cobrador-de-onibus-recebera-adicional-de-insalubridade-por-vibracao-excessiva\/","title":{"rendered":"Cobrador de \u00f4nibus receber\u00e1 adicional de insalubridade por vibra\u00e7\u00e3o excessiva"},"content":{"rendered":"<p>A S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o Transportes Ltda., de Belo Horizonte (MG), foi condenada pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho a pagar a um cobrador de \u00f4nibus o adicional de insalubridade em grau m\u00e9dio, devido \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o a vibra\u00e7\u00e3o acima do limite legal permitido. A decis\u00e3o seguiu a jurisprud\u00eancia do TST no sentido de que a vibra\u00e7\u00e3o excessiva exp\u00f5e o trabalhador a risco potencial de danos \u00e0 sa\u00fade.<\/p>\n<p>O cobrador alegou na reclama\u00e7\u00e3o trabalhista que as trepida\u00e7\u00f5es do motor e da carroceria do \u00f4nibus em raz\u00e3o dos desn\u00edveis de cal\u00e7amentos e seus reflexos no seu assento provocavam vibra\u00e7\u00f5es acima do limite de toler\u00e2ncia previsto nas normas legais e que, por isso, tinha direito ao adicional de insalubridade em grau m\u00e9dio (20%) durante toda a vig\u00eancia do contrato de trabalho.<\/p>\n<p>Com o pedido julgado improcedente pelo ju\u00edzo da 16\u00aa Vara do Trabalho de Belo Horizonte e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3\u00aa Regi\u00e3o (MG), o empregado recorreu ao TST, sustentando que o \u00edndice de a\u00e7\u00e3o do agente insalubre (vibra\u00e7\u00e3o) apurado na per\u00edcia t\u00e9cnica apontou risco potencial \u00e0 sa\u00fade, caracterizando a insalubridade.<\/p>\n<p>O relator do recurso, ministro M\u00e1rcio Eurico Vitral Amaro, destacou que, embora registrando os resultados do laudo pericial que tinha atestado a presen\u00e7a do agente insalubre, o Tribunal Regional manteve o indeferimento do adicional, uma vez que a per\u00edcia concluiu que &#8220;dever\u00e3o ser tomadas somente precau\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o aos riscos \u00e0 sa\u00fade&#8221;. No entanto, segundo o ministro, o TST tem decidido que o adicional em grau m\u00e9dio \u00e9 devido, nos termos do Anexo 8 da Norma Regulamentadora 15 do Minist\u00e9rio do Trabalho, quando for comprovado pela per\u00edcia t\u00e9cnica que o empregado exerce suas atividades exposto a vibra\u00e7\u00e3o situada na categoria &#8220;B&#8221;, conforme definido pela Organiza\u00e7\u00e3o Internacional para a Normaliza\u00e7\u00e3o (ISO 2631-1), como no caso.<\/p>\n<p>Seguindo o voto do relator, a Turma, por unanimidade, deu provimento ao recurso e deferiu o adicional, tomando como base de c\u00e1lculo o sal\u00e1rio m\u00ednimo. Tendo em vista a vig\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o de emprego, o pagamento da verba foi limitado ao per\u00edodo anterior \u00e0 altera\u00e7\u00e3o ocorrida no Anexo 8 da NR-15, por meio da Portaria 1297\/MTE, de 13\/8\/14.<\/p>\n<p><em>(Fonte: TST)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o Transportes Ltda., de Belo Horizonte (MG), foi condenada pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho a pagar a um cobrador de \u00f4nibus o adicional de insalubridade em grau m\u00e9dio, devido \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o a vibra\u00e7\u00e3o acima do limite legal permitido. 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