{"id":32951,"date":"2018-02-15T10:23:05","date_gmt":"2018-02-15T12:23:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=32951"},"modified":"2018-02-15T10:23:05","modified_gmt":"2018-02-15T12:23:05","slug":"para-lidera-numero-de-acidentes-de-trabalho-na-construcao-civil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2018\/02\/15\/para-lidera-numero-de-acidentes-de-trabalho-na-construcao-civil\/","title":{"rendered":"Par\u00e1 lidera n\u00famero de acidentes de trabalho na constru\u00e7\u00e3o civil"},"content":{"rendered":"<p>O Par\u00e1 \u00e9 o estado da regi\u00e3o Norte onde mais ocorrem acidentes de trabalho na constru\u00e7\u00e3o civil. A situa\u00e7\u00e3o traz preju\u00edzos para o setor e sequelas para os trabalhadores. Nos \u00faltimos seis anos o Minist\u00e9rio da Previd\u00eancia registrou quase 32 mil casos no Norte, 40% deles (12.623) no estado do Par\u00e1.<\/p>\n<p>Os dados mostram a escalada de acidentes na constru\u00e7\u00e3o civil no Par\u00e1 entre os anos de 2010, quando eram 1.578 acidente, e 2014, quando chegaram a 2.722. Em 2015 houve queda de quase 37% nos registros de acidentes.<br \/>\nO setor \u00e9 respons\u00e1vel por 10% do PIB, que \u00e9 a soma das riquezas do pa\u00eds, e s\u00f3 no Par\u00e1 mant\u00e9m 42 mil postos de trabalho.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00f3s temos hoje 60% do nosso setor movido por um ambiente informal. Ou seja, pessoas que n\u00e3o t\u00eam registro, preparo pr\u00f3prio, ent\u00e3o n\u00e3o est\u00e3o habilitadas a exercer aquela fun\u00e7\u00e3o que tem, muitas das vezes, um risco alto&#8221;, diz o presidente do Sinduscon Alex Dias Carvalho.<\/p>\n<p>O Observat\u00f3rio Digital de Sa\u00fade e Seguran\u00e7a do Trabalho calculou o volume de despesas do INSS entre 2012 e 2016 s\u00f3 com o afastamento de trabalhadores envolvidos com a constru\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios de todo o pa\u00eds. Os gastos chegaram a mais de 423 milh\u00f5es de reais.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00f3s temos um d\u00e9ficit entre 800 e 1.000 fiscais em todo o Brasil&#8221;, diz o auditor fiscal do Minist\u00e9rio do Trabalho Fernando Ferreira Filho.<\/p>\n<p>O professor engenheiro do IPOG especialista na \u00e1rea de obras Alexander Camargo Gomes explica que muitas atividades ocorrerem em ambientes informais no Par\u00e1, mas \u00e9 obriga\u00e7\u00e3o da empresa ou do dono da obra oferecer equipamentos de seguran\u00e7a para os empregados trabalharem, e tamb\u00e9m \u00e9 obriga\u00e7\u00e3o do empregado usar. &#8220;O funcion\u00e1rio tem de ter consci\u00eancia de que esse equipamento vai salvar a vida dele&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Segundo o engenheiro tamb\u00e9m \u00e9 miss\u00e3o da empresa trabalhar a conscientiza\u00e7\u00e3o do funcion\u00e1rio. &#8220;A empresa n\u00e3o deve apenas oferecer o equipamento e sim ensinar o funcion\u00e1rio a usar e conscientiz\u00e1-lo sobre a import\u00e2ncia do uso&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Raimundo Portilho \u00e9 pedreiro e j\u00e1 caiu de um andaime no fim do expediente. Ele conta que tinha acabado de tirar o cinto de seguran\u00e7a e que estava a oito metros de altura. Foram quase cinco anos de benef\u00edcio. &#8220;Na \u00e9poca ca\u00edmos tr\u00eas pessoas. Eu machuquei a coluna, tanto a dorsal como a cervical&#8221;, conta.<\/p>\n<p><em>(Fonte: G1)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Par\u00e1 \u00e9 o estado da regi\u00e3o Norte onde mais ocorrem acidentes de trabalho na constru\u00e7\u00e3o civil. A situa\u00e7\u00e3o traz preju\u00edzos para o setor e sequelas para os trabalhadores. Nos \u00faltimos seis anos o Minist\u00e9rio da Previd\u00eancia registrou quase 32 mil casos no Norte, 40% deles (12.623) no estado do Par\u00e1. 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