{"id":31688,"date":"2017-10-06T10:05:06","date_gmt":"2017-10-06T13:05:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=31688"},"modified":"2017-10-06T10:05:06","modified_gmt":"2017-10-06T13:05:06","slug":"povo-brasileiro-e-o-que-mais-se-preocupa-em-controlar-estresse","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2017\/10\/06\/povo-brasileiro-e-o-que-mais-se-preocupa-em-controlar-estresse\/","title":{"rendered":"Povo brasileiro \u00e9 o que mais se preocupa em controlar estresse"},"content":{"rendered":"<p>Contas, n\u00fameros, preocupa\u00e7\u00f5es com gastos. S\u00e3o muitos motivos que provocam o stress.<br \/>\nUma pesquisa feita em vinte pa\u00edses mostra que os brasileiros s\u00e3o os que mais se preocupam em controlar isso.<\/p>\n<p>O tr\u00e2nsito \u00e9 apontado como uma das principais causas de estresse para os paulistanos. S\u00f3 que ele est\u00e1 longe de ser o \u00fanico estopim pro estresse do dia a dia.<\/p>\n<p>Trabalho, tr\u00e2nsito, correria&#8230; Com tanta press\u00e3o assim, como fazer para manter o equil\u00edbrio e evitar entrar na escurid\u00e3o do estresse?<\/p>\n<p>Uma pesquisa feita pela empresa Euromonitor em 20 pa\u00edses mostrou que o povo brasileiro \u00e9 o que mais se preocupa em controlar o n\u00edvel de estresse: 61% dos brasileiros consideram isso muito importante para manter uma boa sa\u00fade.<\/p>\n<p>S\u00f3 que os brasileiros muitas vezes falam e n\u00e3o fazem. Tanto \u00e9 que quase 13,8% dos entrevistados disseram que est\u00e3o parados, sedent\u00e1rios e que n\u00e3o fazem praticamente nada para controlar os n\u00edveis de estresse no dia a dia. A mudan\u00e7a, claro, tem que come\u00e7ar por n\u00f3s mesmos. \u00c9 preciso fazer a mente ficar em um ritmo diferente, mesmo no meio de todo o caos.<\/p>\n<p>Em um mundo \u00e0 parte, tamb\u00e9m fica quem est\u00e1 se movimentando para relaxar a cabe\u00e7a. Mesmo quando n\u00e3o d\u00e1 para desligar totalmente. Para a pesquisadora da Euromonitor Ang\u00e9lica Salado, o exerc\u00edcio deve ser um aliado, tamb\u00e9m para controlar os n\u00edveis de estresse.<\/p>\n<p>&#8220;A preocupa\u00e7\u00e3o continua muito em controlar o peso, em emagrecer, ent\u00e3o as a\u00e7\u00f5es que ele toma s\u00e3o muito mais voltadas para emagrecer e para manter um corpo adequado do que fato pra melhorar a sa\u00fade como um todo\u201d, diz ela.<\/p>\n<p>\u00c9 que quando a gente fica muito irritado, isso afeta os nossos horm\u00f4nios, de acordo com Marcelo Ferraz Sampaio, cardiologista e coordenador do check-up da Benefic\u00eancia Portuguesa.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s ficamos doentes com o stress porque o stress altera todo o equil\u00edbrio hormonal, que \u00e9 muito importante no nosso f\u00edsico, al\u00e9m de produzir subst\u00e2ncias que podem aumentar a press\u00e3o arterial, podem aumentar a frequ\u00eancia card\u00edaca, com isso podem gerar doen\u00e7as card\u00edacas como infarto, doen\u00e7as neurol\u00f3gicas como AVC, c\u00e2nceres e infec\u00e7\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p><em>(Fonte: Jornal Hoje)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Contas, n\u00fameros, preocupa\u00e7\u00f5es com gastos. S\u00e3o muitos motivos que provocam o stress. Uma pesquisa feita em vinte pa\u00edses mostra que os brasileiros s\u00e3o os que mais se preocupam em controlar isso. O tr\u00e2nsito \u00e9 apontado como uma das principais causas de estresse para os paulistanos. S\u00f3 que ele est\u00e1 longe de ser o \u00fanico estopim [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":30896,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[80],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31688"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31688"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31688\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/30896"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31688"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31688"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31688"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}