{"id":30331,"date":"2017-05-01T09:52:29","date_gmt":"2017-05-01T12:52:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=30331"},"modified":"2017-05-02T11:24:41","modified_gmt":"2017-05-02T14:24:41","slug":"saiba-como-surgiu-a-comemoracao-do-dia-do-trabalhador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2017\/05\/01\/saiba-como-surgiu-a-comemoracao-do-dia-do-trabalhador\/","title":{"rendered":"Saiba como surgiu a comemora\u00e7\u00e3o do Dia do Trabalhador"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_30332\" style=\"width: 726px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-30332\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-30332 size-full\" src=\"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/016menor-1.jpg\" alt=\"\" width=\"716\" height=\"475\" srcset=\"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/016menor-1-200x133.jpg 200w, https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/016menor-1-300x199.jpg 300w, https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/016menor-1-400x265.jpg 400w, https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/016menor-1-600x398.jpg 600w, https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/016menor-1.jpg 716w\" sizes=\"(max-width: 716px) 100vw, 716px\" \/><p id=\"caption-attachment-30332\" class=\"wp-caption-text\">Ap\u00f3s as manifesta\u00e7\u00f5es em Chicago, pa\u00edses do mundo inteiro adotaram o 1\u00ba de maio como o Dia do Trabalhador<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 131 anos, oper\u00e1rios disseram basta a jornadas de trabalho escravizantes.<\/p>\n<p>Os ponteiros do rel\u00f3gio registraram muitas horas, dias, meses, anos&#8230; Mais de um s\u00e9culo ficou para tr\u00e1s. O que mudou desde 1\u00ba de maio de 1886?<\/p>\n<p>No ch\u00e3o de f\u00e1brica o burburinho rolava solto. Na hora do almo\u00e7o, na ida ao banheiro. Um insuflando o outro:<\/p>\n<p>O mundo sempre se dividiu entre os que mandam e os que obedecem, opressores e oprimidos. Em Chicago, Estados Unidos milhares de trabalhadores n\u00e3o aguentavam mais as longas jornadas de trabalho e resolveram cruzar os bra\u00e7os e foram \u00e0s ruas reivindicar melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho.<\/p>\n<p>Foi um per\u00edodo de conflitos. Nas ruas policiais e trabalhadores se enfrentavam. Manifestantes morreram durante os confrontos. A revolta crescia. Foram dias marcantes na hist\u00f3ria de luta dos trabalhadores, por melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho.<\/p>\n<p>No dia 4 de maio, num dos muitos conflitos daquela semana, os manifestantes revidaram e atiraram uma bomba contra os policiais, provocando a morte de sete homens da corpora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>E esse foi o combust\u00edvel que faltava para explodir os \u00e2nimos dos dois lados de uma sangrenta guerra urbana. O caos estava instalado. Policiais atiravam contra os manifestantes.<\/p>\n<p>O saldo? Doze mortes e dezenas de feridos.<\/p>\n<p>Para que as mortes n\u00e3o fossem esquecidas, passamos a comemorar, no dia 1\u00ba de maio, o Dia Mundial do Trabalho.<\/p>\n<p>Mais de 130 anos se passaram e a luta entre patr\u00f5es e empregados persiste. Por um lado, os patr\u00f5es querem reduzir os custos operacionais, reduzir o n\u00famero de empregados, enxugar as empresas. Todos os dias fecham mais e mais postos de trabalho. Os sal\u00e1rios ficam cada vez mais achatados. Os trabalhadores querem reajustes salarias e melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho.<\/p>\n<p>E a corda historicamente n\u00e3o \u00e9 el\u00e1stica e \u00e9 esticada cada vez mais. A tend\u00eancia, se ningu\u00e9m flexibilizar, \u00e9 arrebentar. Ser\u00e1 que nada aprendemos com o nosso passado?<\/p>\n<p>Fonte: EBC<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; H\u00e1 131 anos, oper\u00e1rios disseram basta a jornadas de trabalho escravizantes. Os ponteiros do rel\u00f3gio registraram muitas horas, dias, meses, anos&#8230; Mais de um s\u00e9culo ficou para tr\u00e1s. O que mudou desde 1\u00ba de maio de 1886? No ch\u00e3o de f\u00e1brica o burburinho rolava solto. Na hora do almo\u00e7o, na ida ao banheiro. Um [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[80,88],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30331"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30331"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30331\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30331"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30331"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30331"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}