{"id":26651,"date":"2017-03-28T16:13:54","date_gmt":"2017-03-28T19:13:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=26651"},"modified":"2017-03-28T16:13:54","modified_gmt":"2017-03-28T19:13:54","slug":"6-mil-funcionarios-de-onibus-no-rj-estao-afastados-por-traumas-diz-sindicato","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2017\/03\/28\/6-mil-funcionarios-de-onibus-no-rj-estao-afastados-por-traumas-diz-sindicato\/","title":{"rendered":"6 mil funcion\u00e1rios de \u00f4nibus no RJ est\u00e3o afastados por traumas, diz sindicato"},"content":{"rendered":"<p>Assaltos em \u00f4nibus como o ocorrido nesta ter\u00e7a-feira (21) em Niter\u00f3i, Regi\u00e3o Metropolitana do Rio de Janeiro, se repetem quase 40 vezes por dia no estado, segundo dados do Instituto de Seguran\u00e7a P\u00fablica (ISP). Assim como os passageiros, muitos motoristas e cobradores tamb\u00e9m ficam traumatizados com os casos de viol\u00eancia, como mostrou o RJTV 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo o sindicato que representa a categoria entre Niter\u00f3i e Arraial do Cabo, na Regi\u00e3o dos Lagos, mais de 6 mil motoristas e cobradores est\u00e3o afastados do trabalho por conta de traumas psicol\u00f3gicos decorrentes de situa\u00e7\u00f5es violentas ocorridas no trabalho.<\/p>\n<p>De acordo com o n\u00fameros do ISP, em 2015 aconteceram 7.805 roubos em coletivos. No ano passado, esse n\u00famero saltou para 13.828 casos \u2013um aumento de 77%. Na regi\u00e3o de Niter\u00f3i e S\u00e3o Gon\u00e7alo, os roubos a \u00f4nibus tamb\u00e9m aumentaram muito. De 802 para 1.275 ocorr\u00eancias \u2013 um salto de 58,9% entre 2015 e 2016.<\/p>\n<h3>Motorista sinalizou para pol\u00edcia durante assalto<\/h3>\n<p>O motorista do \u00f4nibus da linha 409 (Trindade-Niter\u00f3i) que ap\u00f3s anunciar o assalto chegou a fazer mais de 20 pessoas ref\u00e9ns. A\u00edlton Tavares, de 43 anos, chegou ao fim quando ele parou no ponto localizado em frente ao Col\u00e9gio Municipal Ernani Faria, no bairro Neves, em S\u00e3o Gon\u00e7alo. Ali, ele abriu a porta para John Lennon Silva Barbosa, 25 anos. Parecia ser apenas mais um passageiro \u2013 n\u00e3o era.<\/p>\n<p>Pouco menos de 20 minutos depois, quando o coletivo j\u00e1 passava pela Rodovia do Contorno, Ailton deixou de ser condutor para se transformar em ref\u00e9m. O passageiro, agora, era um assaltante.<\/p>\n<p>A tentativa de roubo do coletivo resultou em diversas pessoas pessoas temendo pela vida dentro do 409 &#8211; \u00f4nibus da via\u00e7\u00e3o ABC que faz a liga\u00e7\u00e3o entre o bairro gon\u00e7alense Trindade e o Centro de Niter\u00f3i -, al\u00e9m da interdi\u00e7\u00e3o da via e mais de uma hora de negocia\u00e7\u00e3o entre o bandido e agentes das pol\u00edcias Rodovi\u00e1ria Federal e Militar. No fim, ningu\u00e9m saiu ferido, mas os momentos de tens\u00e3o v\u00e3o permanecer para sempre na mem\u00f3ria do motorista, bem como todos os detalhes do crime.<\/p>\n<p>&#8220;Quando chegamos na Contorno, logo depois do Estaleiro Alian\u00e7a, ele anunciou o assalto. Estava muito nervoso, disse que queria os celulares e gritava para que eu desviasse o \u00f4nibus em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 ponte. Queria ir para o Rio de qualquer jeito. Eu respondi que n\u00e3o poderia, que seria pior, que a ponte estava engarrafada&#8221;, relembrou Ailton, de p\u00e9 em um dos corredores da 76\u00aa DP (Niter\u00f3i), onde prestou depoimento e o caso foi registrado.<\/p>\n<p><em>(Fonte: G1)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Assaltos em \u00f4nibus como o ocorrido nesta ter\u00e7a-feira (21) em Niter\u00f3i, Regi\u00e3o Metropolitana do Rio de Janeiro, se repetem quase 40 vezes por dia no estado, segundo dados do Instituto de Seguran\u00e7a P\u00fablica (ISP). 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