{"id":26441,"date":"2010-10-19T18:32:50","date_gmt":"2010-10-19T20:32:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2010\/10\/19\/mulheres-e-pessoas-mais-velhas-sofrem-mais\/"},"modified":"2010-10-19T18:32:50","modified_gmt":"2010-10-19T20:32:50","slug":"mulheres-e-pessoas-mais-velhas-sofrem-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2010\/10\/19\/mulheres-e-pessoas-mais-velhas-sofrem-mais\/","title":{"rendered":"Mulheres e pessoas mais velhas sofrem mais?"},"content":{"rendered":"<p>Mulheres t\u00eam freq\u00fcentemente problemas menstruais, e podem apresentar dificuldades em engravidar quando trabalham \u00e0 noite. Se gr\u00e1vidas, devem deixar o trabalho noturno, pois este pode alterar de forma significativa v\u00e1rios horm\u00f4nios e provocar parto prematuro, ou mesmo aborto.As pessoas mais velhas t\u00eam mais dificuldades em trabalhar \u00e0 noite, porque seus h\u00e1bitos de vida tornam-se mais r\u00edgidos com a idade, particularmente os h\u00e1bitos de sono. O comportamento dos ritmos biol\u00f3gicos de uma pessoa vai se modificando com a idade, e se tornando menos flex\u00edveis a mudan\u00e7as bruscas que ocorrem quando a pessoa tem que trabalhar \u00e0 noite, ou em hor\u00e1rios irregulares.A flexibilidade nos h\u00e1bitos de dormir e ficar acordado podem facilitar trabalhar \u00e0 noite e dormir durante o dia. Pessoas mais vespertinas podem sentir maior facilidade para ficarem acordadas at\u00e9 mais tarde, e assim podem sentir menos sono quando tem que trabalhar at\u00e9 tarde.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mulheres t\u00eam freq\u00fcentemente problemas menstruais, e podem apresentar dificuldades em engravidar quando trabalham \u00e0 noite. Se gr\u00e1vidas, devem deixar o trabalho noturno, pois este pode alterar de forma significativa v\u00e1rios horm\u00f4nios e provocar parto prematuro, ou mesmo aborto.As pessoas mais velhas t\u00eam mais dificuldades em trabalhar \u00e0 noite, porque seus h\u00e1bitos de vida tornam-se mais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[196,109,212],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26441"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26441"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26441\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26441"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26441"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26441"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}