{"id":1581,"date":"2013-04-01T09:59:43","date_gmt":"2013-04-01T12:59:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2013\/04\/01\/treinamento-para-trabalho-em-altura-passa-a-ser-obrigatorio\/"},"modified":"2013-04-01T09:59:43","modified_gmt":"2013-04-01T12:59:43","slug":"treinamento-para-trabalho-em-altura-passa-a-ser-obrigatorio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2013\/04\/01\/treinamento-para-trabalho-em-altura-passa-a-ser-obrigatorio\/","title":{"rendered":"Treinamento para trabalho em altura passa a ser obrigat\u00f3rio"},"content":{"rendered":"<p><em>Data: 28 de mar\u00e7o<\/em><\/p>\n<p>J\u00e1 est\u00e1 valendo, desde o dia 27 de mar\u00e7o, o item da Norma Regulamentadora n\u00famero 35 (NR-35) que determinada a obrigatoriedade de treinamento dos funcion\u00e1rios pelos empregadores. Publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o (DOU) no dia 27 de mar\u00e7o do ano passado, a medida estabelecia o prazo de seis meses para entrar em vigor e de um ano para a realiza\u00e7\u00e3o dos programas de capacita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com a norma,&#8221;\u00e9 dever do empregador promover programa para capacita\u00e7\u00e3o dos trabalhadores para realiza\u00e7\u00e3o do trabalho em altura&#8221;. Com carga m\u00ednima de oito horas, o treinamento, te\u00f3rico e pr\u00e1tico, deve incluir apresenta\u00e7\u00e3o das normas e regulamentos, an\u00e1lise de risco, sistemas, equipamentos e procedimentos de prote\u00e7\u00e3o coletiva, equipamentos de prote\u00e7\u00e3o individual, acidentes t\u00edpicos e condutas em situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia, incluindo no\u00e7\u00f5es de resgate e primeiros socorros. Com o objetivo de garantir a seguran\u00e7a e a sa\u00fade dos trabalhos envolvidos direta ou indiretamente com a atividade realizada em altura, o texto envolve o planejamento, a organiza\u00e7\u00e3o e a execu\u00e7\u00e3o para todo tipo de trabalho realizado acima de 2 m do n\u00edvel inferior.<\/p>\n<p>O texto estabelece como de responsabilidade do empregador medidas como assegurar a avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9via das condi\u00e7\u00f5es do local de trabalho em altura, garantir informa\u00e7\u00f5es sobre riscos e medidas de controle aos trabalhadores e organizar e arquivar a documenta\u00e7\u00e3o prevista na norma. Enquanto isso, segundo o documento, cabe aos trabalhadores cumprir com as disposi\u00e7\u00f5es legais da normativa, interromper suas atividades quando detectado risco grave e iminente e zelar pela seguran\u00e7a e sa\u00fade de outras pessoas que possam ser afetadas pelas suas a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A NR-35 estabelece os requisitos m\u00ednimos e medidas de prote\u00e7\u00e3o para o trabalho em altura. Segundo o Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego (MTE), a queda dos trabalhadores de diferentes n\u00edveis \u00e9 uma das principais causas de acidentes de trabalho graves ou fatais. A norma foi concebida de modo a contemplar aspectos da gest\u00e3o de seguran\u00e7a e sa\u00fade no trabalho para todas as atividades desenvolvidas em altura com risco de queda.<\/p>\n<p>Para acessar a NR-35 na \u00edntegra, clique <a href=\"http:\/\/portal.mte.gov.br\/data\/files\/8A7C816A3D63C1A0013DAB8EA3975DDA\/NR-35%20(Trabalho%20em%20Altura).pdf\">aqui<\/a>. O MTE tamb\u00e9m disponibiliza o<a href=\"http:\/\/portal.mte.gov.br\/data\/files\/8A7C812D36A2800001382F28747230DB\/MANUAL%20NR-35%20REVISADO.pdf\"> Manual<\/a> de Aux\u00edlio na Interpreta\u00e7\u00e3o e Aplica\u00e7\u00e3o da Norma Regulamentadora n\u00ba 35 &#8211; Trabalhos em Altura.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo medida publicada na NR-35, capacita\u00e7\u00e3o dos trabalhadores agora \u00e9 responsabilidade do empregador<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1581"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1581"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1581\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1581"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1581"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1581"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}