{"id":1527,"date":"2013-03-04T09:53:39","date_gmt":"2013-03-04T12:53:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2013\/03\/04\/dor-cronica-e-o-sintoma-mais-prevalente-nas-doencas-relacionadas-ao-trabalho\/"},"modified":"2013-03-04T09:53:39","modified_gmt":"2013-03-04T12:53:39","slug":"dor-cronica-e-o-sintoma-mais-prevalente-nas-doencas-relacionadas-ao-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2013\/03\/04\/dor-cronica-e-o-sintoma-mais-prevalente-nas-doencas-relacionadas-ao-trabalho\/","title":{"rendered":"Dor cr\u00f4nica \u00e9 o sintoma mais prevalente nas doen\u00e7as relacionadas ao trabalho"},"content":{"rendered":"<p><em>Data: 28 de fevereiro<\/em><\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo\/SP &#8211; A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) chama aten\u00e7\u00e3o para o Dia Internacional de Preven\u00e7\u00e3o \u00e0s LER\/DORT (Les\u00e3o por Esfor\u00e7o Repetitivo \/ Dist\u00farbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho), lembrado nesta quinta-feira (28 de fevereiro), sobre a gravidade, os tratamentos e a cura de doen\u00e7as relacionadas ao trabalho.<\/p>\n<p>Os especialistas alertam que, ap\u00f3s uma an\u00e1lise criteriosa, s\u00e3o exemplos de LER\/DORT doen\u00e7as como tendinites, tenossinovites, bursites, neuropatias compressivas como a s\u00edndrome do t\u00fanel do carpo, cervicalgias,  braquialgias, dorsalgias,  lombalgias e  ciatalgias, entre outras. Tamb\u00e9m doen\u00e7as pass\u00edveis de serem caracterizadas como LER\/DORT ocorrem na popula\u00e7\u00e3o em geral, inclusive em quem n\u00e3o trabalha.<\/p>\n<p>A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) disponibiliza na internet uma cartilha com foco na preven\u00e7\u00e3o das LER\/DORT, com linguagem para leigos. O material est\u00e1 para download em<a href=\"http:\/\/ www.reumatologia.org.br\"> www.reumatologia.org.br<\/a><\/p>\n<p>LER\/DORT e dor cr\u00f4nica<\/p>\n<p>Segundo os reumatologistas, a dor cr\u00f4nica \u00e9 o sintoma mais prevalente nas LER\/DORT,  acompanhada ou n\u00e3o de altera\u00e7\u00f5es em estruturas como por exemplos, tend\u00f5es, m\u00fasculos, sin\u00f3vias, bursas, discos intervertebras, bainhas tend\u00edneas e inerva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As causas mais frequentes que podem desencadear tais doen\u00e7as s\u00e3o a utiliza\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas incorretas de trabalho, o uso de ferramentas, de mobili\u00e1rio e de m\u00e1quinas inadequadas, a repetitividade, a aus\u00eancia de pausas e de rod\u00edzios de fun\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de fatores psicossociais como, por exemplos, estresse, insatisfa\u00e7\u00e3o com o trabalho e baixo suporte familiar e social.<\/p>\n<p>De uma forma geral, as doen\u00e7as atingem pessoas que trabalham em condi\u00e7\u00f5es que exigem mais do que as estruturas anat\u00f4micas e funcionais possam suportar. Sendo o uso inadequado do corpo no trabalho um fator preditivo para o adoecimento. Pode desenvolver uma doen\u00e7a caracterizada como LER\/DORT o trabalhador que estiver exposto a riscos ergon\u00f4micos em frequ\u00eancia, dura\u00e7\u00e3o e intensidades significativos.<\/p>\n<p>Para os especialistas, existem pelo menos tr\u00eas fatores que devem ser avaliados com rigor para o diagn\u00f3stico das LER\/DORT que s\u00e3o: o tempo de exposi\u00e7\u00e3o ao risco ergon\u00f4mico, bem como a intensidade e a frequ\u00eancia com que se deu esta exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00e9 senso comum que as mulheres s\u00e3o as principais v\u00edtimas, mas como as LER\/DORT representam um grupo de diferentes doen\u00e7as, a informa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 embasada cientificamente. Por\u00e9m, um fator que chama bastante aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o aparecimento de patologias compat\u00edveis com LER\/DORT em mulheres que exercem dupla jornada de trabalho. Entende-se aqui por dupla jornada de trabalho como a jornada laboral acrescida do trabalho realizado em casa.<\/p>\n<p>Capacidade de trabalho reduzida<\/p>\n<p>Para os especialistas da Sociedade Brasileira de Reumatologia, os mais prejudicados pelas LER\/DORT s\u00e3o os profissionais do mercado por terem sua capacidade de trabalho reduzida, que vivenciam quadros dolorosos e com gastos aumentados com o uso de medicamentos para contornar os sintomas das doen\u00e7as.<\/p>\n<p>J\u00e1, as empresas que avaliam a queda de produtividade do profissional precisam contratar e treinar mais trabalhadores para suprir os dias de aus\u00eancias dos doentes e, quando condenadas, em casos de a\u00e7\u00f5es indenizat\u00f3rias promovidos por funcion\u00e1rios que perderam sua capacidade de trabalho, s\u00e3o obrigadas a arcar com custos adicionais.<\/p>\n<p>Tratamento e cura<\/p>\n<p>Quanto mais precoce for o diagn\u00f3stico e, consequentemente, mais cedo for iniciado o tratamento adequado, melhor ser\u00e1 a resposta obtida, alertam os reumatologistas. O tratamento ser\u00e1 espec\u00edfico para cada tipo de doen\u00e7a caracterizado como LER\/DORT. Costuma ser cl\u00ednico medicamentoso. A fisioterapia tem espa\u00e7o destacado. Os casos quando n\u00e3o tratados em tempo h\u00e1bil, acabam evoluindo para o tratamento cir\u00fargico.<\/p>\n<p>\u00e9 consenso dos especialistas que o melhor rem\u00e9dio \u00e9 a preven\u00e7\u00e3o. No caso das LER\/DORT esta premissa \u00e9 a verdadeira. A Sociedade Brasileira de Reumatologia destaca que a preven\u00e7\u00e3o evita sofrimento e gastos desnecess\u00e1rios.<\/p>\n<p><em>Fonte: Sociedade Brasileira de Reumatologia<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre as causas mais frequentes est\u00e3o a utiliza\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas incorretas de trabalho, a repetitividade, a aus\u00eancia de pausas e de rod\u00edzios de fun\u00e7\u00f5es<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1527"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1527"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1527\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1527"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1527"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1527"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}