{"id":11376,"date":"2017-02-06T22:15:41","date_gmt":"2017-02-07T00:15:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/?p=11376"},"modified":"2017-03-20T16:14:29","modified_gmt":"2017-03-20T19:14:29","slug":"afastamento-do-trabalho-por-pacientes-gestantes-principais-causas-de-absentismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2017\/02\/06\/afastamento-do-trabalho-por-pacientes-gestantes-principais-causas-de-absentismo\/","title":{"rendered":"Afastamento do trabalho por pacientes gestantes: principais causas de absentismo"},"content":{"rendered":"<p><strong>Contexto:<\/strong> A inclus\u00e3o da mulher no mercado de trabalho \u00e9 fato, entretanto, aspectos fisiol\u00f3gicos relacionados ao g\u00eanero ainda s\u00e3o vistos pelos empregadores como um aspecto negativo, dentre eles, a gravidez. Nesse sentido, pouco se sabe sobre fatores relacionados \u00e0 gesta\u00e7\u00e3o como causa de absentismo e se essas condi\u00e7\u00f5es realmente constituem um fator que reduz a produtividade de uma mulher trabalhadora. <strong>Objetivo:<\/strong> Avaliar as principais causas de afastamento do trabalho por pacientes gestantes atendidas no ambulat\u00f3rio especializado de Obstetr\u00edcia da Maternidade Marly Sarney e relacionar com as caracter\u00edsticas socioecon\u00f4micas e culturais. <strong>M\u00e9todo:<\/strong> Neste estudo descritivo qualitativo, os dados foram coletados no per\u00edodo de mar\u00e7o a junho de 2013.<\/p>\n<p>Por meio de um question\u00e1rio estruturado em entrevista, aplicado durante as consultas, foi realizado um levantamento dos dados socioecon\u00f4micos e culturais das pacientes atendidas no pr\u00e9-natal, relacionando causas de absentismo na atividade profissional. Os dados obtidos foram tabulados e utilizados para estudos de frequ\u00eancia e associa\u00e7\u00e3o pelo teste do \u03c72 ou exato de Fisher. <strong>Resultados:<\/strong> A maioria das trabalhadoras gestantes entrevistadas apresentaram idade entre 25 e 35 anos (62%), com ensino m\u00e9dio completo (70%), casadas ou com uni\u00e3o est\u00e1vel (63%), no terceiro trimestre de gesta\u00e7\u00e3o (49%) e com renda familiar entre 1 e 2 sal\u00e1rios m\u00ednimos (41%).<\/p>\n<p>As trabalhadoras que possuem v\u00ednculo empregat\u00edcio apresentam associa\u00e7\u00e3o com maior grau de escolaridade e renda, enquanto que as trabalhadoras dom\u00e9sticas tiveram associa\u00e7\u00e3o com menor escolaridade e renda. As gestantes economicamente ativas que relataram maior absentismo tiveram uma distribui\u00e7\u00e3o proporcionalmente maior nas trabalhadoras de maior renda. <strong>Conclus\u00e3o:<\/strong> Os sintomas relacionados \u00e0 gravidez s\u00e3o fatores que indubitavelmente levam ao absentismo. Contudo, o presente estudo levanta dados in\u00e9ditos e relevantes sobre o perfil e comportamento das mulheres em atividade laboral, no contexto da gesta\u00e7\u00e3o, ilustrando que a qualifica\u00e7\u00e3o profissional influencia diretamente no comportamento da gestante. Assim, a aten\u00e7\u00e3o ao perfil dessas mulheres durante o atendimento pode ser importante para melhorar a efetividade do acompanhamento pr\u00e9-natal das pacientes gestantes e trabalhadoras.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/PDF_ico.png\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-19872 alignnone\" src=\"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/PDF_ico.png\" alt=\"\" width=\"24\" height=\"24\" \/><\/a>\u00a0Fa\u00e7a o <a href=\"http:\/\/www.anamt.org.br\/site\/upload_arquivos\/rbmt_volume_14_n%C2%BA_1_28420161512167055475.pdf\" target=\"_blank\">download do\u00a0artigo<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Contexto: A inclus\u00e3o da mulher no mercado de trabalho \u00e9 fato, entretanto, aspectos fisiol\u00f3gicos relacionados ao g\u00eanero ainda s\u00e3o vistos pelos empregadores como um aspecto negativo, dentre eles, a gravidez. 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